segunda-feira, 28 de fevereiro de 2005

Hi! Posted by Hello
eu Posted by Hello

domingo, 27 de fevereiro de 2005

sábado, 26 de fevereiro de 2005

terça-feira, 22 de fevereiro de 2005

Foto Feia

Eu nem sei o q tinha eu na minha mente quando tirei essa foto hahaha

Aí saiu iso aí uma foto meio sei lá o que...

Foto Feia

domingo, 20 de fevereiro de 2005

Papel

Sobre papel, um bilhete.

Incomumente diáfano e conivente,
Saltando sobre o vento.
Formando veios no ar,
Uma folha.

Começando a cair sobre o ar,
Ar brando e sereno,
De ocaso

E resignação
Cingida pelas linhas
Escritas no papel,

As últimas
De um querer
Estanque pelo céu,
E por menos ter tempo de compor,

Sempre perdido,
E circundando o ar.
Até cair ao solo,
Solo de último suspiro
De paixão
Que um dia teve amor.



Claro

Dela, lá que mesmo distante tem seus efeitos em mim por tais modos que nunca possa eu descobrir nem entender. Talvez por isso seja tão fácil falar disso, pela não-sabedoria do q me passa...

Modulando as fragilidades
De um ser raro como ela,
Que me fez mudar o ver,
O querer...
E qualquer vez de outra verbalidade...

Aqui perdido
Num sereno rumor,
Num claro mover de possuir:
Um beijo e um afeto.

Nem fora tão lúbrico como desejei,
Mas mesmo casto e angélico
Como o claro há de ser.

Deixá-la com um beijo,
Uma restância de mim;
À ela,
Que nunca tive cá comigo.



sábado, 19 de fevereiro de 2005

Novamente sem algo de relevante pra escrever

Com certeza as cvezes sinto q não devesse ter muita comsequêcia no que fao, mas hoje também não tenho eu cá muita volntade de medir qualquer palavra nem de pensar muito a dizer qualquer mera coisa.

Por isso que tenho reêntrancias de intelectualidade frustrada, mas sempre fito minha vida como modo sereno e perene, como o ciclo verdadeiro: O infinnito.

Eu de cartola

Sem imaginação

To sem imaginação hoje, e nem tô afim e escrever qualquer parada mais complexa e definitiva.

Linguona

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005

Olhos meus

Hoje estive eu sem muitas ocorrências de gênio ou qualquer possibilidade de dizer algo sem me perder em algon non-sense ou completamente desconexo e imbecil, de forma que eu nunca quero deixar quem leia o que eu escrevo mais burro, por isso mesmo não escrevi nada q fosse trazer qualquer idéia.

Então tirei uma fotinho aki na cam, e me veio essa coisa de dizer algo sobre olhos sem alma, bem porque não tinha um propósito a parada da foto.

Bem é o seguinte:

Intrincada restância de conurbação
Relicários esbeltos de junção
Entre o ver e o mostrar
Olhos sem alma não têm alma
Cais de chegada
Porto de partida

Perdido em espaço,

Resignando seu senso

Imerso em nada


My eyes

terça-feira, 15 de fevereiro de 2005

Participando da luz Incomunicável das Inteligências Angélicas

Putz, sei lá cara.

Mas eu não acho q eu tenha muito tempo pra ficar gastando sendo mauzin comigo mesmo não, então eu resolvi adotar um pouco de bondade nesse curaçãozin meu que tem sofrido muito com cinismo dele mesmo.

Então duas resoluções:
  1. Vou amar mais e esperar menos
  2. Vou ter um pouco mais de compaixão bobinha com o povo aí que rodeia ieu.

Por isso mesmo que eu vou deixar de ser besta também, vou me encanar menos porque vai lá que um dia eu não tenho mais O nome da Rosa pra ler, nem Breves Contos do Voltaire ou a arrogância de Zaratustra, vixi, eu vou perder minha personalidade. Quer dizer se eu for ser muito seriozin e malvadin ambicioso demais também, com quem eu vou gastar minha palavra de filosofia transcedental ou moderna ou metafisica e pré-socrática, hein hein hein????

Com ninguem negow, com ninguém, ou muito pior com um velho ancião ou com uma senhora de idade casta que tenha lido alguma coisa deles e seja tão bestamente séria e erudita...


domingo, 13 de fevereiro de 2005

Paraíso

Porque muito tempo sem escrever me deixou com saudades e quem mais me faz querer escrevi.

Se um dia eu não dissesse Boa Noite!,
Nem tomasse os dias
Que me mudaram por você,
E pudesse fazer jorrar de novo um sorriso,
Que fosse lá em ti de volta.

Eu pressionando uma cor lírica
Em seu coração.
E selvagem
Lhe tomando, como infante, um beijo
Por seus sóis de brilho.

São paraíso de ternura
E tempo inerte;
Que nunca passa
Ou dura de todo.

E eu pudesse então tempo
Após tempo,
Ter paraiso
De que eu me subjuguei
E a verdade eu pudesse ter:
Eu e você.


ME

In no purpose, maaybe to keep my narcisism...


sábado, 12 de fevereiro de 2005

Chipmunks

Estava eu lá um desses não raro dias de insônia intelectual, ou noites se for mais adequado rs, por volta das cinco da manhã, antes do Telecurso 2000 a Globo exibiu The Chipmunks, e putz eu assistia esse desenho quando eu era criança. Foi uma sessão de nostalgia imensa haha. Muito engraçado.

E o pior sou eu mandando um post sobre eles agora. Falta do que fazer mesmo rs. Pelo menos eu to lendo A Insustentável Leveza do Ser.

Theodore, Simon e Alvin

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2005

Em prisão Domiciliar

Estou em cárcere privado
Só posso sair de casa depois que organizar meu guarda roupas, esse aí da foto é um parecido, quer dizer, minha Mama só vai me autorizar deixar a casa para qualquer assunto após ter arrumado meu guarda-roupas hahahaha...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2005

Teor de Titâneo depois de Sade

Como um cara normal e tranquilo como eu tem acesso a essas coisas doidas e raras eu não sei, mas eu consegui um conto do Marquês de Sade.

Olha esse trecho:

"Que se pode recear desta depravação?... Aos olhos de todo o ser verdadeiramente sensato, parecerá que ela pode evitar maiores, mas nunca se provará que possa conduzir a perigosas..."

Em poucas linhas tem uma Luxúria velada, que de tanto forte se vem latente a face dando ao cerne uma vontade umas idéias retumbantemente lúbricas, se eu não sair daqui do teclado e começar a procurar quem me faça parar iss...


P.S: Eu confesso hj eu assisti Chaves


terça-feira, 8 de fevereiro de 2005

Amizade Abnegada em aforismo

Eu aqui passei um dia sem muita inspiração pra escrever qualquer coisa e justamente por essa falta de inspiração eu fui passando por fases esquisitas (haha) ao longo dele. Então eu depois de muito decidi colocar cá no PC um cd com e-books que meu tio me deu, onde se encontram várias coisas de muitas pessoas, de receitas de culinária a Dicionário filosófico de Voltaire, de Kama Sutra a Manual do Zé Mané.

E em meio a essa mixórdia - pra não dizer discrepância de conteúdos rsrs - eu me peguei em meio a uns provérbios chieses com abordagens aforistas simplistas mas de muito valor indutivo, dado que dela se podem tirar conclusões das mais belas e sublimes ou das mais irracionais e beócias (adoro o som dessa palavra haha, tipo: SUA BEÓCIA, NÃO É ISSO !!!!) .

Então lendo algo sobre a amizade vi uma coisa muito interessante e tocante sobre a amizade e entre outras tantas frases de sabedoria chinesa ou universal, uma frase de Pascal se me permitem eu aqui deixo o seguinte:


"O Amor é cego; a Amizade fecha os olhos."


An image by Tom Feldman

...

Essa foto tirei sem necessidade ou qualquer outra vontade finalística, publico ela por mais vê-la aqui nessa imagem que eu penso não dura mais que uns 10 anos.


domingo, 6 de fevereiro de 2005

Ótica com funerária e flanelinha psicólogo

Ontem eu fui comprar uma armação de óculos nova pra mim, porque a minha tá uma porcaria quebrada: o nylon que prendia a porcaria da lente soltou e eu tive que improvisar um entortamento científico no aro direito superior para que eu pudesse fisicamente conseguir usar meus óculos sem ter que segurar a lente manualmente, felizmente funcionou. Meu medo é que isso estrague meus olhinhos hahaha.

Mas voltando ao assunto de armação nova aí está ela: uma nova face para Michael Jangada.


Eu entrando nessa onda de metrossexual (putz-que viadagem essa história, mas eu me garanto), ouvi que ela mescla duas tendências, a primeira clássica referente a armação dourada que abrange hastes e corpo, e a segunda uma moderna, quer dizer essa moda de novela das oito com o Dirceu de Castro da novela das oito, que é o aro mais escuro discreto.

E eu nem acreditei na conversa doida que tive ontem também com um flanelinha, isso mesmo um flanelinha. Tava eu lá estacionando o carro pra ir a ótica quando de repente detrás de un arbol se aparezce él, o flanelinha, que depois eu saberia se chamar pela alcunha de NEGÃO, que de "ÃO" nada tinha, um magrelin seco, que depois conto direito como se fez nossa amizade.

Deve ter sido esse sorriso aí abaixo q fez que eu O Eremita parecesse um pouco menos cadavericamente antisocial (anti-social?). Sem mais o sorriso:


Bom de qualquer forma após ter descido do carro sem trocar palavra com o referido flanelinha fomos eu minha mãe, minha irmã Naigler (que também tem um desses blogs), minha tia e a amiga da Naigler: Juliana, todos em comboio a ótica que fica muito, muito próxima a uma capela de velório de gente sem condições socias... pobre, ou seja ralé rs... de onde eu não me excluo dado que rico monetariamente falando, só é quem pode comprar tudo que deseja e que tenha valor econômico - eu estou muito longe disso -;

De forma que criava-se assim uma certa atmosfera sinistra no lugar, mas nada que me tirasse o amor pela minha nova armação que tinha eu já visto anteriormente na sexta-feira e me apaixonado instantaneamente por ela (ou por mim usando ela? - a usando?), e que fosse minorar minha vã aspiração pela estética aparente frívola de ser ainda mais garboso e Don Juan (titulo conquistado devido a facilidade que tem esse autor em encantar e a dificuldade de enteder porque não me conservar encantado), de forma que ela foi comprada, coisa que eu pensei que não aconteceria devido a um monte de fatos e situações que não tenho vontade de aqui recitar e escrever, menos por falta de tempo que de vontade mesmo, mas dito isso eu tão logo resolvido o problema da armação que nao-tem-lente-mas-vai-ter-logo-só-achar-uma-promoção eu voltei para o carro para abrir os vidros.



Isso mesmo abrir os vidros, porque os passarinhos do meu primo estavam lá no porta malas e podiam morrer sufocados ou de calor, o que seria para ele um prejuízo imenso já que eles tem um valor fora do normal. Dessa forma, fui lá ao carro abrir um pouco o porta malas enquanto o povo tava lá ainda na ótica ou sei lá onde, talvez numa farmácia, e lá fiquei só.

(a próxima frase pode ser lida com voz do locutor de produtos das Organizações Tabajara)

Mas não por muito tempo. Lá estava o flanelinha que me abordou de forma despretenciosa e me contou histórias de seu trabalho, e de fato fez um tal trabalho de convecimento comigo, que ainda agora tenho de rever minhas idéias sobre flanenhinhas que não valem nada (palavras do próprio Negão).

Que disse "Não é porque eu so flanelinha não, mas passarinhero e flanelinha é uma raça que não vale nada, eu por exemplo so ignorante, mas num sô burro, se o pessoal não dexa um real comigo eu num fico bolado não, porque ele pode voltar. Mas uma vez o Via Show eu vi o cara só porque não tinha ganhado um real, baixar os quatro pneus do cara e meter a faca ainda por cima".

E assim por psicologia reversa ou coisa do gênero, talvez por ele ser um gênio da psicologia fazendo pesquisa de campo eu fui subjugado por ele, e dei-lhe um real quando da minha volta pra casa (que também não foi volta pra casa, porque fomos a outra ótica mais perto de casa) , e ainda autorizei que ele me chamasse de amigo para minhas companheiras de aventura.


P.S.: A última foto não tem nada a ver com o post, mas foi um modo de perceber as nuances do novo óculos, isto é fazendo pose de canastrão, sorrindo e com cara "O Grinch".

sábado, 5 de fevereiro de 2005

Dedo Hi-Tech e ostracismo hahaha

Por falta do que mandar eu liguei o shuflle function do meu dedo e ciquei em qualquer foto aí.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

Me and my Guitars

Eu sempre quis tirar uma foto com minha guitarra e meus violóes, mas so agora tive a ocasião de lembrar de fazer isso, eu amo minha guitarra, amo meus violões, em ingles é tudo guitar então eu pus "Me and my Guitars" pra generalizar rsrs...



Eu, minha guitarra e violão ao fundo sobre a cama

Eu e meu nome na mão da guitarra amada


Eu e as costas da minha guitarra, com meu reflexo


Eu simulando um legato na minha Les Paul Linda


terça-feira, 1 de fevereiro de 2005

Uma Vida Jovem

Será que isso aqui é porque a Luciana me chamou de bisavô??????? (haha)

De qualquer forma faz sentido cada frase dessa.