RUDE. Revoltado. Lento. Armistício. Maleável. Manipulado. Independente. Anti. Verde. Parado. Estático. Elétrico. Eletrostático. Tático. Dínamo. Dinâmico.
quinta-feira, 30 de junho de 2005
Kid
Lovely
In despise of nonsense,
Or in agreement to relentless relativism,
The very ground beneath my feet
And those little blessing lips
Are just connective and plumbeous.
For, even now,
When any lovely love,
Or loved lovely heart
Of yours and mine
Are just too much away
From each other's skin.
And joining this frictions
Of literal lovelies
Maybe we could handle
Some tensions
And thoughts
Of desperate hunger
And wishes
Of craving force
Might I shut my arms around
When there you'd been inside,
Right now,
'Cause we are lovely back and forth;
And we are lovely back in deed.
How come?
I simply mustn't know,
But so it is...
quarta-feira, 29 de junho de 2005
quarta-feira, 22 de junho de 2005
segunda-feira, 20 de junho de 2005
sexta-feira, 17 de junho de 2005
Tesão
Pelos teus pelos,
Pela tua pele suave,
Pelos teus líquidos quentes,
Por tudo que eu sugo de ti
E tudo que devoro de seu.
Por isso tudo,
Meu tesão mais gostoso,
Mais intenso,
Sempre mais,
Quero teus beijos quentes,
Teus seios luzentes e doces,
Tua boca macia e dentes,
Teus dentes na minha carne,
Tuas unhas na minha pele,
Teu tato no meu sexo,
Tuas ancas mais suaves que o orvalho...
Mais quentes que um vulcão revolto,
Que adormecido,
Só precisa de um tremor sísmico pra acordar,
E me torrar;
Me queimar...
Me lamber.
Me gozar,
Amar-me...
Tudo que amo em ti:
Tua boca
Meu desejo,
Meu tesão;
Tua doce existência:
Pura e devassa...
Teus dionisíacos pudores,
Teus apolíneos prazeres,
Teu colo revoltoso,
Teu veludo na minha boca jorrando,
JORRANDO!!!
quinta-feira, 16 de junho de 2005
P.e.r.f.e.i.ç.ã.o
Entre pés de aviso
E tristes comunicados de sagaz frieza suicída,
Lá onde os meios de dizer não se permeiam de nada
Que não fosse de fato rimar,
Onde tudo q ela quer é um beijo curto,
Uma palavra ínfima,
Sem noção de me reaver,
Estão obstados meus sonhos de haver.
De amar,
De ser,
Sem uma perfeição putativa.
Uma verdadeira poesia
Sem noções corrompidas,
Ou envenenadas por luxúria insalúbre,
Por medo,
Por insegurança,
Por menos...
Que possa eu pensar,
Não sei se obstam mesmo,
Ou se auto-obstam-se por mim
Em meus apetrechos alegóricos
De transfusão edilícia
Sem razão plena,
Ou concreta.
Ou mesmo aqui,
Mesmo aqui onde a razão é desprezada,
E despreza a si
E ao só da mesma forma...
Talvez devesse acabar tudo em ponto,
Em um ponto.
Mas o que é o ponto,
Senão a perfeição do fim,
O fim perfeito,
O perfeito "é" do fim,
Fim perfeito em si;
Em um jogo de fins
E palavras
De perfeição
E perfeito assim
mesmo...
B e/ou F???
P.S.:Descaracterizando a descrição, o intuito inicial. Mas o q se entende por "Dever" fazer uma coisa ou outra, que tipo de conselho me darão???
Questão: qual a verdadeira diferença estrutural entre um "b" ou um "f" à frente?
terça-feira, 14 de junho de 2005
Fiz a barba...
Além de tudo, hoje tive prova de Processo Civil, depois fikei em casas de bobeira então fui a academia. Chjegando, pois, vim aki tirar uma foto e comprovar minha cara lisa e porcamente permaneci aqui sentado suado e bicudo com pose de galã pra foto hehhe... Adiando perniciosamente o tempo de estudo pra Prova de Processo Penal de amanhã
E mesmo nada tendo a ver com o tema central dessa besteira q escrevo aki, hoje de manhã acordei com uma espinha facínora bem no meu beiço superior. Espinha enxerida, q até se tornou tema de conversas avulsas em meu nome como pode???....
Mas nada de grave há de ser... eu não ligo muito pra isso(q mentira) e vou dormir até trankilo com esse monstro quimérico em minha face sobre, especificamente a única coisa q salva minha face da obscuridade plebéia da normalidade, o meu bocão... Agora sim esses meus beiços convivem com um extraterrestre... um intruso rubro, vermelhao inflamado e dolorido, como vao me morder os lábios agora com isso...
OH VIDA.... Ò SORTE>>>
segunda-feira, 13 de junho de 2005
Canções e Momentos: Hoje
Depois de feitas, fui acompanhar uns cantores na prova de canto deles ao violão, a minha irmã tb, depois vim aki...

Com uma das músicas que toquei na cabeça, Canções e Momentos do Milton Nascimento e do Fernando Brant:
Há canções e há momentos
Eu não sei como explicar
Em que a voz é um instrumento
Que eu não posso controlar
Ela vai ao infinito
Ela amarra todos nós
E é um só sentimento
Na platéia e na voz
Há canções e há momentos
Em que a voz vem da raiz
Eu não sei se quando triste
Ou se quando sou feliz
Eu só sei que há momentos
Que se casa com canção
De fazer tal casamento
Vive a minha profissão
domingo, 12 de junho de 2005
Madrugada Ínsone

Talvez, por isso mesmo não esteja escrevendo verborragicamente, e esteja lentamente deixando as palavrinhas fluirem sem pressa nem drama, dado que se escrevo muito rápido devo por opção não facultada me tonar mesmo muito dramatico, um pouco latinista demais, quase trágico, carregando mesmo meus dizeres e palavras com uns significados e estilos muito duros ou profundos.
E, agora acho que isso se torna um pouco não muito bem receptado, causa uma confusão de sensação, acirrando assim quem me vê, mas não enxerga...
Sempre vou ter uns pensamentos assim, e sempre vou querer suprimí-los, só que talvez hajam outras madrugadas como esta: ínsones; em que eu, às 4:30, venha receitar modos de me entender, ou mesmo um método de auto-conhecimento reciprocamente projetado em mim e nos meus possíveis amores, entendedores ou quem quer me tenha afeto mínimo, máximo ou nulo.
sábado, 11 de junho de 2005
Mais um Dia
sexta-feira, 10 de junho de 2005
Dia hj, falta de palavra legal
Entonces me voy a Villa-Lobos ensaiar uma musicas com uns colegas da minha irmanita pra acompanhá-los ao violão na prova de canto deles.
Então ensaio e escrever a música que fiz pra Gaúchinha.
quinta-feira, 9 de junho de 2005
Eufórico
Boa Noite!!!
Se um dia eu não dissesse Boa Noite!,
Nem tomasse os dias
Que me mudaram por você,
E pudesse fazer jorrar de novo um sorriso,
Que fosse lá em ti
de volta.
Eu pressionando uma cor lírica
Em seu coração.
E selvagem
Lhe tomando, como infante, um beijo
Por seus sóis de brilho.
São paraíso de ternura
E tempo inerte;
Que nunca passa
Ou dura de todo.
E eu pudesse então tempo
Após tempo,
Ter paraiso
De que eu me subjuguei
E a verdade eu pudesse ter:
Eu e você.
terça-feira, 7 de junho de 2005
segunda-feira, 6 de junho de 2005
Sarro autoproporcionado
Isso eu não sei mesmo pq tirei menos ainda pq postei a público, mas tb qnd eu perder a capacidade de tirar sarro de mim mesmo vou estar muito rabugento pra conviver comigo mesmo rsrs, então prefiro rir asim mesmo hein....














