domingo, 25 de dezembro de 2005

Feliz Natal a todos, em homenagem ao Natal minhas duas paix�es: a momentanea - Natal, representado pela �rvore decorativa; a perene - M�sica, representada pela imagem do viol�o velhnho. Posted by Picasa

sábado, 26 de novembro de 2005

quinta-feira, 24 de novembro de 2005

quarta-feira, 23 de novembro de 2005

segunda-feira, 21 de novembro de 2005

sábado, 5 de novembro de 2005

Grude

Conforme os dizeres da DRª Karla Duarte eu sou Grude, então curioso a saber sobre o q significava de fato tal verbete pesquisei no renomado Dicionário Houaiss (haha); e justamente por tr encontrado de uma certa forma o alguma sabedoria a esse respeito, vim aki deixar um pouco do que encontrei de modo a deixar claro a quem tenha essa mesma idéia hahaha

GRUDE: substantivo masculino

1 cola feita com gelatina de matérias animais (pela fervura de ossos de boi, p.ex.) com que se unem e aderem peças de madeira

2 massa colante us. pelos sapateiros

3 Regionalismo: Brasil.
cola feita de farinha de trigo ou de qualquer outro polvilho

4 Regionalismo: Nordeste do Brasil, Sul do Brasil.
cola feita de farinha de trigo ou de amido de mandioca

5 Derivação: por extensão de sentido.
qualquer cola forte

6 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
amizade estreita, ligação afetuosa entre duas ou mais pessoas; apego

7 Regionalismo: Sul do Brasil. Uso: informal.
namoro, chamego
Ex.: na festa, os dois ficaram num g. que deu o que falar

8 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
luta corporal; atracação, engalfinhamento

9 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
desentendimento entre pessoas; desordem, confusão

10 Regionalismo: Portugal.
atração, encanto

11 Regionalismo: Brasil. Uso: informal, jocoso.
alimento, comida, esp. a ordinária ou a comum; bóia
Ex.: o g. estava à mesa

12 Regionalismo: Nordeste do Brasil. Uso: informal.
ausência de limpeza; sujeira, sujidade
Ex.: só se vêem pobreza e g. por todo lado

13 Regionalismo: Paraíba.
ferida infectada, característica da bouba

14 Rubrica: culinária. Regionalismo: Nordeste do Brasil.
doce feito de goma seca e coco ralado, que se assa envolvido em folha de bananeira

15 Rubrica: culinária. Regionalismo: Ceará.
bolo de goma de mandioca com coco ralado ou leite de coco e açúcar

domingo, 30 de outubro de 2005

Tomate

Pensando mesmo.

Estava lá o tomate né... sobre a mesa, lá paradinho, fatiado, vermelhinho.

Aí, eu olhando pra ele simplesmente não pude evitar um pensamento.

Acho q pelo me lembro a ordem de ligação foi mais ou menos esta: tomate se usa pra fazer molho de macarrão; mas tb se usa melancia pra esse tipo de molho; só q a melancia é doce e não ácida; antigamente, era mais facil comer macarrão com molho de melancia pq pensavam q tomate era venenoso; por causa da cor viva dele, né? O escarlate (adoro essa palavra); mas como descobriram q ele não era venenoso???; Só pode ser provando ele, ou então fazendo testes quimico-físicos; descartei a hipótese de testes, pq akela época nao devia ter muito conhecimento tão especifico, pelo menos eu penso assim...; então pensei q só pode ter sido provando mesmo;

Bom, agora sim é q vem a ligação de aparência, venenosidade, ignorancia, estigma e preconceito.

Imagine vc uma pessoa q se encaixa perfeitamente nos padrões de estética corrente. Imagine agora o tipo de abordagem que ela sofre de pessoas q tomam esse valor como único, maravilhoso, super-legal. Imagine q eventualmente ela vai se tornar uma coisa amarga, arrogante, prepotente, em termos leigos aquela pessoa q se acha "A bala q matou Getúlio"(termo cunhado por minha irmã). Imagine vc que todas as pessoas bonitas, ou gatas, ou bonitas pra caraca se tornem isso.

HUM, viu como se forma uma idéia??? Na imaginação.

Isso mesmo vc imaginou tudo. Tomou o normal por regra, e por que isso é normal???

Oras, pq as gentes em geral veem 6 ou 7 pessoas agindo dessa forma, e transformam isso numa regra, quer dizer lá nas cabeças das gentes. Só, e unicamente pq usam lógicas formais ou formalistas pra inserir, por imaginação, isso em si mesmas.

Bom, mas até aí trankilo, pq ngm se fere, enqnt ta lá parado. O problema começa qnd essa idéia imaginativa se projeta nas outras pessoas, mais especificamente nas pessoas dotadas desse fator Beleza. Isto é, qnd se pojeta em pessoas isso, tomando um valor interno, relativo, subjetivo da conduta alheia causada por uma atitude de si mesma. Que por sua vez quer dizer, as gentes causam a idéia babando os "bonitos", criam a idéia, e estigmatizam a pessoa como Arrogante.

Isso é meio louco, pq era o mesmo com o tomate, só pq tinha tantas e mais muitas frutinhas e plantas de cores vivas e brilhantes q causavam males às pessoas. Mas quem é q ia comer as frutinhas venenosas??? As gentes.

Aí eles vem, dizem q os "bonitos" são venenosos tb. Dizem q o Tomate é venenoso. Mas só pq querem comer o Tomate, só pq querem digerir os "bonitos". Como que pode???

As gentes criam a conduta, criam o valor, criam o preconceito, criam a projeção, criam o estigma, e criam a ignorancia.

PQ NÃO PROVAM OS "BONITOS"?? COMO FIZERAM COM OS TOMATES....

Acho q foi mais ou menos isso q pensei no almoço...

quarta-feira, 26 de outubro de 2005

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

quarta-feira, 19 de outubro de 2005

domingo, 16 de outubro de 2005

Texto do meu Perfil Orkut

Era hora.

Precisava mesmo de uma nova rota. Não tinha mesmo porque manter algumas atitudes.

Mudança sempre. Vituperações à rotina mesmo, e sempre lá. Nunca quis a frívola eks-sistencia.

Hoje mesmo bordejando coisas, não bordejo algo relativamente menor.

Ao alto eu estou sempre virado, virando-se minha alma a manter isso. Ainda que virando-se o corpo a não.

Sou um só. Um só. Mesmo. Diferivel, mas mesmo. Uno e pessoal.

Compreensão. Com tudo. Com nada. Pensa e me vê. Olha e te engana.

Você é também o mesmo que eu posso ser. Não duvida de mim, não pensa por mim. Não olha sem me ver. Passa longe e direto. Enxerga e vem cá nos braçoos.

Sou Michael. Sou Michael. Sou meu e dele, respectivamente; de mais nenhuma pessoa. Deus é, e Nada também. Quem olha aqui vê uma mínima.

Amo.

Amo.

(Mas deixo)

P.S.:Meu texto, copia e sofre a Consequência.


quinta-feira, 13 de outubro de 2005

Sem nada pra dizer

Nada mesmo.

Pois, às vezes só, não queremos falar nada. NEm temos nada pra acrescentar.

EU pelo menos assumo isso. ME resigno com o Silêncio calmo e benéfico.


quarta-feira, 12 de outubro de 2005

Meus óculos

Esses são os óculos que uso.

Me dão a visão mais padronizada do real, segundo a ciência geral.

Quem dera eu tivesse um óculos com os quais eu pudesse ver coisas q poucos vêem, mesmo que fosse por pouco tempo, já q tenho minha memória pra manter essa percepção e falar dela depois.

Claro q eu não teria elementos pra rever as diferenças ou esmiuçamentos deles, mas poderia mesmo relembrar.

Bom, são meus óculos, as vezes se riscam e não são capazes em de render metáforas.

Rendo-me a eles dessa forma, mas um dia dolto-me, quer dizer esse dia aí.

Olhos meus II

Olha só q engraçado q meus olhos podem se tornar as vezes.

Cores luzentes e diferenciadas, reflexoes de outras luzes capazes de mudar a visão de meu ver.

Engraçado isso, quer dizer, estranho, quer dizer, exótico, quer dizer meio sem precedentes lógicos objetivos pra falar com propriedade sobre isso...

Então olhem q se fala mais por eles.


terça-feira, 4 de outubro de 2005

Sourire

C'est ne pas une chose facile.

Sourire est lumiere. Ma sourire est elle pas de moi, ancore etait ça aussi.

SOU EU

Sou mesmo, acredite.

E tu tb é um pouco. Quer dizer um pouco de mim. E eu um pouco de vc.

Já pensou em todas as vezes que pessoas são coisas em vc e vc nelas, quer dizer quando vc age de uma forma diferenciada pro algm ou algm faz pra vc. Tipo muito doido isso hahhaha


segunda-feira, 3 de outubro de 2005

Capuz

Eu demorei pra descobrir q isso era um capuz.

Chamei de gorro, toca, chapéu, tudo. Só depois detempos a Jackeline disse que era Capuz, e aí foi q me tokei...

Vixi

rsrs

sexta-feira, 30 de setembro de 2005

30 de Setembro

Foto pro perfil essa. Só por isso mesmo...

Série

Atrás o Fábio. eu na frennte de óculos pra variar.

Mas fazendo pose do mesmo jeito.

Carinha de marvido

Essa é uma cara, essa é uma pessoa, essa é uma camisa, essa é uma barba, essa é uma mão, essa é uma cor, essa é uma boca, essa é uma foto.

O cara aqui é ele, pq quem escreve sou eu mesmo rsrs.

Gravatinha, pra não perder a Imponência

Greetings! Posted by Picasa Uma gravatinha básica, a mesma de sempre, ele a qual sofre duplos nós.

Pos são os que me caem melhor, e são os únicos q sei dar.

Se soubesse eu dar nós também em duplas pensações dava, mas continua na gravata.

Nada Mais rsrs.

Nó; Nó, melhor o laço q abre fácil.

terça-feira, 27 de setembro de 2005

Coragem.

Escrevi isso ontem, pra meu amor, porque me faz sentir bem, porque me deixa amar de verdade.

(Amo você, Alessandra!!!)

Em tempos de querer sincero,
Quando mais em um ser fortalecedor
E mais sereno que eu,
Quis ter coragem,
Quis ser bravo...

E me vi envolto nos braços:
De uma insegurança passageira...
Quis correr aos braços:
Da minha vontade.

Quis ver, mesmo:
Uns olhos
(Mais brilhantes),
Um sorriso
(Mais claro).

Pensei...
Em quem me faz bem,
Faz-me amor,
Que obsta minha solidão,

Busquei lá nela
Minha coragem,
Minha força,
Em quem me faz crescer;

Me faz vulnerável,
Mas de forma alguma fragilizado
Ou exposto de modo amplo...

Me vi sem medo,
Por meu medo
Ter sido subvertido...
Por paixão,
Por um beijo;

Uma palavra leve,
Um doce gracejar,
Um sorriso afável,
Tudo mesmo se vê,
Assim, simples.

Sem medo de fato
Queira permanecer
Esse bem meu...

Que aqui você pode descansar
E restar sem medo,
A maior coragem,
Mesmo, foi ter impresso
Seu nome na minha alma.



sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Torcicolo

Greetings!

'Tis I, bem parece mesmo q eu tava com torcicolo qnd tava fazendo essa pose, não me pergunte porque...

Se vocês olharem em algum lugar por aqui vão captar q a capacidade q tenho d tirar fotos cômicas, é inversamente proporcional a posobilidade de manter qualquer dignidade e/ou compostura nelas, seja considerado em relação a Sociedade, seja a mim mesmo referido.

Eu sou uma comédia, pq sou tragicamente auto-zuavel.

quarta-feira, 7 de setembro de 2005

segunda-feira, 5 de setembro de 2005

LOVE WHERE LOVE???

This I have written with some love for my love, my sweetie


Lost awake in some resignations,
Lost in a moment,
Quite sooner shown
And not yet seen
As widely as it is said to be,

Not much,
Not even close,
How will this seen?
So much kissed eyes,
Love lost there

In ground of low belief,
Of low chance,
Low besoin de vouloir,
Il faut love
In these sort of Lickings
And kissings,

How can’t we deny?
Lovely love,
Lent to a darkened lord
Very exhibited,
Not now

Not now lost,
There in the front found,
By us,
Us who feel love
Away and inside…

And well bide
For no one of us have seen.
Not even tried to feel,
Not even been gifted
With the strength to do so;

Let it shine so clouded!
Let it be clouded,
Now that it is not seen,
For then when the wind of blowing hallow,
Of maskless lovers come
The fog will fade,

The fading will fade,
The lights will fade,
The disguise will fade,
The need will fade,
The love will fade,

And sleep well my love,
Cause I love to see u sleeping
In faded love In your bow of softness,
Of touchlessness,
How loved you are,
All so are we




domingo, 4 de setembro de 2005

sexta-feira, 2 de setembro de 2005