sexta-feira, 18 de junho de 2004

Unctad, convenção necessária ou meramente política

Chega ao fim uma nova conferência da ONU, e no que compete às discussões, creio que tenham sido vantajosas. Porém, cumpre validar a dúvida dos efeitos efetivos que podem vir a ser surtidos, de modo que a primeira vista é difícil notar qualquer materialidade nos aspectos debatidos que em análise primária muito se parecem com as elucubrações não plausíveis de uma Utopia distorcida pelo cinismo e pelo imediatismo. Mas de qualquer maneira, não se deve levar em conta as críticas superficiais, se digo em análise primária e a primeira vista, é porque se for feita uma investigação profunda há que se notar que no Estado Democrático de Direito, comum a grande maioria dos integrantes da Convenção, só se pode iniciar a ser feito algo a partir de precedentes formais, como um dircurso a ser seguido, ou uma iniciativa subjetiva, de forma que se chegue as praticas materiais e aos fins objetivos. Em conclusão, em não sendo demagógicas as discussões, os documentos que serão emitidos no fim do UNCTAD vão ser de grande valia para a Sociedade atual e futura.
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