terça-feira, 12 de abril de 2005

Soneto de entrelace

Meu carinho é exemplar,
Meu querer é cálido...
Meu beijo: uma eternidade de intransigências.
Meu olho espelho da alma que eu vejo.

Minha amada é à exemplar;
Meu antitético colóquio é caído,
Meu possessório dizer: eterno
Minha pupila reflexa do espírito dela.

Nela vejo meu carinho amado.
Nela meu querer antitético caído e cálido.
Beijo-a, possuo-a...

Ela: minha eternidade.
Ela, minha intransigência coloquial.
Ela: espelho nos meus olhos da nossa alma.



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