quarta-feira, 31 de agosto de 2005

domingo, 28 de agosto de 2005

Acaso

COm a Luana rsrs... ela pensa q eu sou poeta. Obrigado d qq forma

Por ser mesmo
Uma irrelevância petulante,
Sempre que se nota
As loucuras da vontade universal,
Os caminhos mais tortuosos
E recorrentes,
Se fazem tão despercebidos;

As verdadeiras magnitudes
Dos magnetismos dos entes
Entre seus sis
Se tornam tão ocasionais...

Se crê que seja acaso,
Mas que fosse acaso
De fato seria
imprevisível.

Que dizer então da previsão intuitiva
De uma sensibilidade notória
Tão intrínseca e fraquinha
Lá dentro mesmo...

Que se tem a certeza
Que não se poderia ser de outra forma,
A acaso é fatal,
O destino é coincidente,
Uma rede de coincidente acaso
Já escrito,
Já traçado
Quem sabe no acaso mesmo,

Na metempsicose de amar o ignoto,
Desconhecido,
Incauto, perplexo,
Movimento contínuo,
Seja o destino então o caos
Mais linear e
equacionável
Do todo suspenso no nada;

Sejamos mais assim:
Ordem,
Questão de ordem!
Desordem mesmo...

Rio-me então.

E sento esperando
Mais acaso:
Esse é meu destino!...


sexta-feira, 26 de agosto de 2005

isso ta escuro pq fiei com preguia de acender a luminaria, Posted by Picasa

quarta-feira, 24 de agosto de 2005

Coração

Pela imposição ignóbil
De um nada grave,
Nada forte,
Nada louco sentimento,
Pungido está aqui o coração,
Coraçãozinho dele
Deve estar,
Nada mesmo de muito,
Nada de intenso,

Coração amplificador
Modulando turbilhões de sensações
Incientíficas e inexatas
Dentro de tempo curto e maquinado,

Tudo mesmo, aqui,
Com o coração
Fomentado está,
Tudo menos isso,
O comedido cabal querer,

Que graça isso(!):
O coração batendo;
Compassado.
Ama desenfreado.
E arrítmico.

Coisa que explica só o poeta,
Que não é eu...
Que a gente nem podemos dizer...
O amor douto e incauto,
O amor caipira e o Plauto,
Platônicos os dois,
Sempre loucos e longos,
Mas tão curtos
Que nem sempre cabem numa vida,

Amemos assim mesmo então!!!

terça-feira, 16 de agosto de 2005

Sandálias da Humildade

Sandálias da Humildade, MIchael Jangada!!!!

Às vezes eu fao vezes de ser q se acha de facto....

HAHHA

amo mi amor hehe


segunda-feira, 15 de agosto de 2005

Credo rsrs

Ta estranha essa foto, parece que granularam a imagem hahahhaha

Definição: -3.8 Megapixels

domingo, 14 de agosto de 2005

Arrogância

Levando em conta a restrição da razão humana, os pequenos espaços que a mente proporciona para fazer manobras de grande amplitude, ou assumida grande amplitude, dentro de um período curto de existência, e de (auto)reconhecimento dessa existência, levam a uma longa e rota identidade superior falsamente estabelecida pelo homem.

Quer dizer, a legitimidade pra criar a ciência foi criada pelo homem. E o homem crendo, inserido nesse tecnicismo pós-industrial de estandardização do conhecimento, que é o ser mais hábil para tal, se esquece que a razão é um instinto refinado, que o animal-homem não raciocina de fato, tem essa ilusão se baseando em conceitos metafísicos baseados em Platão (que foi uma cara muito do seu mentiroso) essa necessidade de auto-afirmação.

A arrogância é essa: estabelecer conhecimento; sem legitimidade de fato; conhecimento restrito, restringivel e restritivo...

É mais ou menos isso, se quiser q eu fale mais vai demorar (rsrs)...
P.S.:Isso foi dito depois de um tempo de luta diplomática com a Déborah, numa questão levantada por ela, o que eu achava arrogância, não digo que achei algo, mas disse mesmo assim...


sábado, 13 de agosto de 2005

Curso começou hj...

Hj começou o curso de frances...

Bom professor boa tuma, promete o semestre...

DISTÂNCIA

Palavra da Nathy. Com pensamento em um inverno em Minas, e saudade mesmo...

As paragens mais longínquas
Guardam as maiores vontades,
Os desejos mais doces,
As elucubrações mais utópicas,

Separado do corpo de carne
O objeto mais caro
Se vê entre as maiores obsessões do querer,
O amor remoto fica
Cada dia mais pungente,
As palavras mais melodramáticas,

Se acirram os afetos
Mais intensos e verossímeis,
Fenecendo os cínicos
E incautos golpes de paixão lasciva,

Mesmo assim sendo,
As aparências de vontade viciada,
A mera visão,
A voz,
Um perfume,
Um cheiro,
Uma lembrança
É suficiente...

Pra resgatar o pensamento,
Por menos que se possa querer,
Mesmo assim se faz,
Assim é...

Felizmente a lembrança é doce,
O beijo ainda arde nos lábios,
A pele ainda sente a outra,
Ainda queima o corpo frio,
Ainda aquece o coração o sonho.

À distancia,
E aqui tão perto,
Tão interno,
Tão impregnado,
Tão doce...




sexta-feira, 12 de agosto de 2005

Perrengue day

Hj dia de perrengue, depois lembro pq Blockquote

Mas, necessariamente, eu tive que estar em um lugar, só que pelas informações erradas e a minha negligencia estive em 6, isso mesmo 6 lugares, logo me atrasei pras audiências, coisa assim de uma hora, nada grave né...

EU saio de casa no ápice dos discursos inflamados no Senado, de grandes caras como Arthur Virgilio, José Agripino, Cristovam Buarque, Pedro Simon (até o Mão-Santa pareceu bom hj...), por volta das 10:30, devendo ter saído às 9...

Mas não, eu tinha tudo sob controle (eu sempre acho isso, resultado? perene perrengue inevitável), cheguei ao Centro às 11 e pouco, com tempo de sobra a estar as duas na salinha minha de audiência tão querida...

Só q pra fazer a inscrição nakele estagio eu tinha q saber o endereço da parada né? detalhe: eu não peguei na net pq pensei q sabia onde era...

Resultado? (II)

Eu fui parar primeiro no MP Federal, depois do outro lado da rua na Procuradoria Geral do MP (ou algo do Genero), na mesma calçada em outro prédio num outro andar na Escola do MP do Rio...

Depois me disseram pra ir pra MArechal Câmara, isso mesmo eu fui do Largo da Carioca até o final do centro... cheguei ao Ministerio Publico, mas não era ali a inscrição, me mandaram pro outro lado da rua pra Corregedoria-Geral, mas bato-me a cara novamente...

Não fosse uma senhora muito simpatica eu estaria até agora lá perdido, e teria q adiar as 16 audiências de conciliação q teria q presidir... ela me disse o lugar certo, era ao lado do TJ, ou seja era perto, o q se tornou longe o q me fez amargo, me irritou me estressou rsrs... essas coisas, pelo menos dou risada hj...

Depois fui as audiencias de concilição, cheguei lá as 3, comecei tarde terminei tarde, e pouko impotacomo foi, pq resovi pokas coisas, fiz 2 acordos, nada grave, em suma foi um bom dia, até umas series de triceps eu fiz...

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

Professora Temperamental

Minha professora de piano é brava, imagine você q ela chegou a intimidar a mim... do alto dos meus quase 2 metros...

Mas também eu não tenho legitimidade pra dizer q todas as coisas q ela disse não eram certas haha, coisas do tipo: "Vc está em Piano IV e não está tocando nada...", "Nem pense em aparecer na minha aula se não estudar", O q vc sugere q eu faça com vc???", "Vamos ver o q eu posso fazer né?

Agora a perguta q não quer calar, será q ela odeia ieu??? Um indpicio fote deve ser o seguinte diálogo:


-Professora, eu posso ir???
-DEVE!!!

Além do mais acho q hj não era meu dia mesmo... fui fazer a inscição no estágio da Procuradoria, e bati com a cara na porta.

Motivo?

O dia dos Advogados: o dia em q os advogados tem por tradição dar calotes em estabelecimentos sérios de comércio, mesmo q eu sej um deles não penso isso como uma prática saudavel, deve ter sido algum advogado pota de cadeia q inventou essa babaquice hahaha


quarta-feira, 10 de agosto de 2005

Ciúmes

Com palavra da Anna, com ciúmes da Thay... Juízo hein Anna...

Olha-se
Por entre uma fresta de dúvida,
Se mergulha num mar de rancor,
Se prepondera torridez
Em abraço fraterno...
Em palavras amáveis
Vê-se luxúria e cinismo.

Que é de um amante perverso
Senão ciumento?
Antes quisesse ser
Palidamente possesso.

Mas não só há um rubro olho
De discórdia,
De patologia inimaginável,
A carga do impossível
Pesando nos ombros
De um vestígio obsessivo,

Dele morre o amor,
Melhor,
Dele se faz vítima homicida
O bem-querer e a confiança.

Quem dera em mim não fosse,
Mas um pouco,
De fato, é ...
Pouco...
Pouco...



Ilusão

Com palavra da Thay

Se tomando um caminho torto,
Se vendo um beleza intensa,
Se lembra de tempos remotos,
Uma vez mais envolto
Em simulacro se está.

Em fazendo um querer passional
Ser por amor tido;
Ou vivido em insinceridade,
Só ilusão
Aos olhos da luz se tem,

Em tornando ruína
Algo que se tem por forte,
Em tendo q lutar
Por algo que se tem há eras,
Simplesmente por não enxergar,

Ilusão:
Negra luz,
Brilho fosco,
Fogo gélido,
Definição obscura,
Idéia inútil,
Século ignoto:
(Inapto para o amor
E para o pensar),

Ilusão é o que existe
O outro não.
O ser sofisticado seria
Se a ilusão não fosse.
O ver natural seria,
Se o engano fora
Já há muito longínquo...
Só que não se vê,
Não se é;

Ou iludo-me?
Quiçá não...


P.S.: Não me propunha a dizer de coisas meio controversas e leves havia tempos...

terça-feira, 9 de agosto de 2005

Entrevista

Tive entrevista hoje num escritório no Centro de la City, acho que fui bem, só tirei a gravata e o paletó pra tirar essa foto com cara de assustado haha...
<

segunda-feira, 8 de agosto de 2005

Morena

Bru de novo

Curtido sob um sol ardente,
Num lume formoso e quente
De uns suores profusos,
Um oleoso e cadente mover de peles,
De contornos;
Uma dourada complicação arquitetônica
De desejo, pureza, lascívia
Envolto num enleado aspecto
Calmo e lasso.

Dentre tudo que se vê,
Essa morena carne
É o que inspira poesia incandescente,
Plebes desesperadas,
Pretos e malandros,
Carrões e triplexes na orla,
Agita-se em tudo...

Um olha,
E nem se vê,
Nem se enxerga...
Quem diga que pudera ver-se
Não era essa
A morena verdadeira.

Louco?
Eu???
Piedade!!!...
Mas não...,
Mas não mesmo,
Quem dera...:
Louco mesmo fosse...


Momentos

Com Brunela dizendo "momentos" ficou um pouco mais simples ser quase contraditório nesse escrito...

Forte e perene,
Uma intensidade,
Uma lembrança,
Menos q uma
reminiscência,
Mais que um átimo:
Momentos!

Leves,
E pesados;
De infinitude memorial,
Uma vasta vaga marítima
Neles, onde se revive...

Donde vertem novos tempos,
Novas visões do passado,
Novos horizontes no futuro,
Um presente distorcido para todos,
Mas único,
Uno,
Indivisível,
Perfeito
Pra quem vive,

Momentos...

Momentos,

Tempos e Antuérpia,
Historicidades sensíveis e frias,
Momentos enfim;

Ultimato de um instinto refinado,
Racional,
Emocional,
Existencial
E científico,
Ad eternum,
Ex tunc...



Amor II

Com a palavra da Thay,
Se, de fato, tivesse,
Mesmo, um dia
Que escolher se amava
Ou enlouquecia,
Mesmo assim diria
Que as congruências
Das duas coisas
Não me pareciam
Como, mesmo, alternativa.

Essa ubiquidade de amor
E loucura
Sempre anuvia meu querer;

E quando razão
E louco amor
Lutam pra me tomar a vontade,
Sempre vence o que me enlouquece.

Pelo menos,
Minha razão é louca,
Meu amor, pelo menos, é louco,
E minha loucura é amorosa e racional,
Pelo menos...



domingo, 7 de agosto de 2005

Foto Feia II

Olha eu novamente, eu acho essa foto engraçada

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

Eu e meu Filho

Hoje estão cá em casa mis amigos Renan (o da foto), Lívia e Naigler mi hermana...

eu e meu filho hahahha