COm a Luana rsrs... ela pensa q eu sou poeta. Obrigado d qq forma
Por ser mesmo
Uma irrelevância petulante,
Sempre que se nota
As loucuras da vontade universal,
Os caminhos mais tortuosos
E recorrentes,
Se fazem tão despercebidos;
As verdadeiras magnitudes
Dos magnetismos dos entes
Entre seus sis
Se tornam tão ocasionais...
Se crê que seja acaso,
Mas que fosse acaso
De fato seria
imprevisível.
Que dizer então da previsão intuitiva
De uma sensibilidade notória
Tão intrínseca e fraquinha
Lá dentro mesmo...
Que se tem a certeza
Que não se poderia ser de outra forma,
A acaso é fatal,
O destino é coincidente,
Uma rede de coincidente acaso
Já escrito,
Já traçado
Quem sabe no acaso mesmo,
Na metempsicose de amar o ignoto,
Desconhecido,
Incauto, perplexo,
Movimento contínuo,
Seja o destino então o caos
Mais linear e
equacionável
Do todo suspenso no nada;
Sejamos mais assim:
Ordem,
Questão de ordem!
Desordem mesmo...
Rio-me então.
E sento esperando
Mais acaso:
Esse é meu destino!...
EH isso aew poeta tu eh o kra!!fiko mto bom msm o poema e + complementado neh!oh corajem de escrever + valew a pena fiko otimo!!ahh eu so fiz da a idéia,td quem fez foi vc!!kisses clark
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