sexta-feira, 19 de maio de 2006

Quem quiser q venha e seja

HAAAAAA

Viu-se onde não se esperava uma belezinha dessas que a gente sempre gosta muito de achar, mas as belezinhas parecem vir sempre acompanhadas de umas coisas meio complexas: como eu não saber o que fazer com elas, ou não saber abordar, ou não saber pq são belezinhas de verdade.

Entre todas as belezinhas q aparecem talvez as mais descartáveis sejam as mais fascinantes. E em tudo isso não parece restar muito de verdade pra gente dizer qnd não precisa de estar perto delas.

Vc pode acabar notando entre muitos casos que nunca mais se disse um "Eu t amo" de verdade; parece q depois do primeiro o segundo, os segundos e minutos, vão ficando cada vez mais falsos.

Mas não por produção própria, é como se cada fonte de vontade que se achega a uma verdade parecivelmente plena, não tem muito de verdade e essa fonte logo seca, dando todas aquelas invalidades como a falsidade em que tudo se calcou.

Então vem vc, deseja "Bom dia!", e vem ela e deseja "bom dia!", outro dia vem vc e deseja "Bom dia, meu amor!", e ela "Ois" - ai "Ois" é foda -, e o resto então só piora, parece q tudo é distanciamento...

O problema é qnd isso se constata lá onde não deveria, onde antes havia muito de vontade e grande querer parece que se estendeu o que lá havia pra cá. Como na lei o retorno...

Esse retorno se dá assim sem avisar e fere. Talvez pq feriu-se demais quem não podia ser ferido, pq se foi demasiado frio com quem se devia aquecer de forma plena..

Imaginando q cada obstáculo fizesse crescer o querer, é como se cada obstáculo em um caso e outro minorassem tudo o que faz o ideal vingar...

Não sei se todos os sonhos foram roubados, ou se as esperanças novamente hibernam num sono profundo lotado e refestelado de injúria e sanguinolências, mas o atual é assim negro, não negro no sentido preto, mas no sentido d não poder se ver muito ao lado da belezinha q lá se perdeu e lá quis se manter e se perdeu d novo por não saber...

E o pior é ter given away all of my treasures pra ela, como se eu mesmo renunciasse cada pedacinho de mim praquela beleza... e nada mais fizesse um real sentido ontológico e axiológico nesse mundo psicológico de imagens deturpadas, em q não se pode muito compreender o que não se diz; em q não se pode entender muito o q não se fez... em q tudo q se implorou agora estivesse causando repulsa, mas não akela repulsa arrogante do pobre mas repulsa verdadeira, onde parece q a vontade tenha turned itself away pra outro lado, ou o lado parecido de 45 ou 30 graus, mas q ainda esteja direcionando seu leque de luz lá bem menos intenso, mas ainda lá....

Tudo é bom, tudo é gostoso, o foda é achar q algo mudou isso, e ter a convicção aceita internamente, de não poder mais estar com quem sempre sonhou, ou de achar que um dia tendo sido sonho, deixou de ser...

Então sempre se vem com uma bando de justificativas fracas q ao tempo não justificam nada, não passam de um monte de baboseira inverossímel, sem qq real comprometimento com o q um dia se teve...

Parece q querendo justificar e querendo odiar a justificativa, só se tem esse dolo de ter certeza q remoer-se é uma imbecilidade, mas não há outra saída.

Se tu me diz q tem, entra na minha pele, Arrogante idiota!, entra nessa pele e vê os fatos com meus olhos viscerais, um dia eu abri o olho da alma e não adiantou: a mediocridade venceu, a imbecilidade assomou, a diferença suprimiu o q era igual, então tudo se tornou inútil, tudo se tornou reprovável, quem dera eu mudasse akilo.

Mas assim, não dá mais, se foi. Mas volta, só não volta tão fácil...Eu queria era matar e morrer, mas acho q já fiz isso, pq nossa idéia d morrer é tao besta, q parece q a vida eterna é chatíssima com essa vida louca tão sofrida em q se morre já ao nascer do dia... e se é melancolico rindo das própias imbecilidades e do telefone tocando.

Agora vou...

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