sábado, 2 de setembro de 2006

Sol.

Os ventos gélidos de tempos nublados
Nem sempre passam.
Por tanto que passem
São como se ainda estivessem lá...

Ainda mesmo se por um dia,
Menos se coube o dia num dia só.
Em eternidade se prende o sol
Detrás d nuvens!

E nuvem tanta há...
Que não há nada mais
Que se veja senão nuvem.
E os ventos não movem nuvens...

Mas gelam o sol da pele.
O sol ainda há,
E há o que aquecer,
Mas aquece então!

Que nem se vê
E em vendo os ventos
É feito neve a nuvem,

O sol fenece por detrás de ti,
E quando o eclipse que havia
Desfaz-se, se perde a tua visão.

E volta o sol...
Queira, então, o sol brilhar;
A nuvem cai por terra.

Por mais que ame a nuvem
Não sou britânico,
Brilha tanto sol, pois!

Um comentário:

Anônimo disse...

Ai aque chato porque fui eu quem falou a palavra SOL, Mi muito lindo, saiba que nossa amizade é a distância porque infelizmente não podemos estar perto um do outro, mas tu és uma pessoa maravilhosa, boa, enfim fantástica!
Te adoro guri