segunda-feira, 27 de novembro de 2006

BRISA

E por tanto mais que quisera eu... quisera eu tocar-te...
E janeiros? Sempre demoram... mas chegam. E se chegam, nem digo:

Essa dualidade,
Esse mar,
Caindo o mar e o céu,
Vem a necessidade de t ver ir,

Porque já amanheceu,
E a escuridão lunar vem
E se perde
Esse íntimo momento,

Mas o sol vem,
E te levo à varanda
Pra o ver nascer...
Você se debruça,

A brisa te move os cabelos
E suavemente você leva a brisa
E traz seu sorriso d novo pra mim,
Então me vem a calmaria

E eu te olho d novo,
E a brisa me toca a face
E eu me conforto
Na tua pele doce,

Porque é doce mesmo,
Tem gosto d pele doce,
Tem gosto doce de pele,
E nenhuma pele pode ser doce como a tua...

E tenho ciúmes da brisa,
Porque a brisa vem leve,
E mal se sente,
Que pode tomar mais tua pele

Então sinto lá
Que não se tem como lutar com a brisa
E me deixo envolver nela mesmo,
Pra junto com ela te envolver muito mais,

E venço então o q mais queria...
Tocar-te em cada mínima porção que me fosse possível,
Então você já não mais se debruça,
E o sol raia o mar e reflete esse teu olhar.

E nele vejo
Que não queria olhar mais outra coisa
Que não o teu olhar,
Mas então vem teu beijo!

E teu beijo então tira do podium o olhar...
E vem teu abraço e teu beijo,
E não há mais quem vença
Porque estou vencido,

E mortificado e torpe,
E enleado...
E iluminado...
E a brisa se vai;

E você se foi...
Mas volta hoje, volta hoje ainda...
Vou esperar também
A brisa para te encontrar

Um comentário:

  1. Que venham as brisas...
    mas as brisas se vão e só seu toque fica...
    MUITO lindo!! assim como vc!!
    bjos
    te adoro

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