E janeiros? Sempre demoram... mas chegam. E se chegam, nem digo:
Essa dualidade,
Esse mar,
Caindo o mar e o céu,
Vem a necessidade de t ver ir,
Porque já amanheceu,
E a escuridão lunar vem
E se perde
Esse íntimo momento,
Mas o sol vem,
E te levo à varanda
Pra o ver nascer...
Você se debruça,
A brisa te move os cabelos
E suavemente você leva a brisa
E traz seu sorriso d novo pra mim,
Então me vem a calmaria
E eu te olho d novo,
E a brisa me toca a face
E eu me conforto
Na tua pele doce,
Porque é doce mesmo,
Tem gosto d pele doce,
Tem gosto doce de pele,
E nenhuma pele pode ser doce como a tua...
E tenho ciúmes da brisa,
Porque a brisa vem leve,
E mal se sente,
Que pode tomar mais tua pele
Então sinto lá
Que não se tem como lutar com a brisa
E me deixo envolver nela mesmo,
Pra junto com ela te envolver muito mais,
E venço então o q mais queria...
Tocar-te em cada mínima porção que me fosse possível,
Então você já não mais se debruça,
E o sol raia o mar e reflete esse teu olhar.
E nele vejo
Que não queria olhar mais outra coisa
Que não o teu olhar,
Mas então vem teu beijo!
E teu beijo então tira do podium o olhar...
E vem teu abraço e teu beijo,
E não há mais quem vença
Porque estou vencido,
E mortificado e torpe,
E enleado...
E iluminado...
E a brisa se vai;
E você se foi...
Mas volta hoje, volta hoje ainda...
Vou esperar também
A brisa para te encontrar

Que venham as brisas...
ResponderExcluirmas as brisas se vão e só seu toque fica...
MUITO lindo!! assim como vc!!
bjos
te adoro