sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Copying Beethoven

Vi esse filem ontem!



Perfeito. Tocante, fez o chamado da musica falar alto em mim d novo! Dúvida cruel!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Doçura

E então, quando se pode dizer sobre um personagem nórdico? Acho que agora.

Tempo dançando,
Em minha frente,
Como numa fonte de gelo:
Um lago...

E a neve,
Ao que parece quente!
E nessa visão cinemática
Quem vem?

A doce imagem,
O doce flerte,
A leveza,
O sorriso,

A doçura,
Em meio a tanta neve
Que parece ser açúcar
(entorna do teu sorriso, certamente),

Nessa nórdica miragem,
Recaem-me todos
Os novos desejos lépidos,
E romance distante...

Parece que se vive
Numa tonteira doce e lenta,
Como que selada
Num beijo.

Eu desejo mais...
Que uma palavra,
Mais que um ritmo...
Talvez uma sinfonia...

Por mais que eu tenha a ilusão
Dos índices glicêmicos
Estratosfericamente perigosos,
Prefiro o risco da tua doçura.

Que é antes
Como um bálsamo
No meu pensamento
Ferido por loucura,

E é até como se eu não pudesse
Se não fosse por isso:
Por te manter doce,
E docemente me aquecendo.

E como se pode realizar
Uma pintura tão fantástica e quimérica?
É ainda assim menos assombroso
Que o medo aterrador de um dia perder essa doçura

Encerrada no teu sorriso doce
E não ter por onde mais
Sorver esse néctar quente
Que vem disso q se chama você.

E me findo em lisonjas,
Corrôo-me em olhares bobos.
E é doce.
È mais doce que antes...

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

The Red Violin.

This is a master-piece!

The first time I had the chance of watching it it was coincidently, accidentally, and truly not on purpose!

And it caught my eye. I like the way this piece of wood gets people, how it turns them into things they firstly wouldn't guess they were. And the way it was done. Pure Art, not the noir one, not the intelectualist one, just art, free from intimal meanings, those which let us have our own thought abou it, and yet full of this.

It looks Hysterical, and in deed it that, and not too.



Which I really Like.

sábado, 23 de dezembro de 2006

Loucura?




Hoje parece ter sido um daqueles dias bastante engraçados.

Em que eu me pergunto: por que achar ser loucura, ou procurar alguma em manicômios coisas que se vêem em sua própria rotina rotineiramente estabelecida?

Então você pode vir a criar uma nova dúvida… qual?

Eu tenho a resposta!

Vamos fazer, portanto, como fazem os grandes cientistas loucos, sim isso mesmo! Os cientistas loucos!

—O que fazem eles, ó mestre do sortilégio?
Eu novamente digo: eles se usam como cobaias para seus experimentos. Então seja eu mesmo uma delas (muhahaha* [sic])

Podemos assim, isto tudo já bem posto em palavras, começar e dizer.
Tenhamos então a experiência!





Hoje, em meu dia diário, o próprio, o mesmo, o que se pareceu muito com o de ontem em termos de contagem de horas, e com todos os anos anteriores contados pela lógica gregoriana, ocorreu o seguinte:

I – Eu acordei com uma dor as costas horrendas que me fizeram notar que estava vivo, e que já se perpetua há três dias, e pensei para mim mesmo: Ó céus! Que modo patético de se sentir vivo é sentir dor; logo após não contente reprovei-me por estar dizendo tamanha coisa estranha, ipsis litteris quodanmodo: And I’ve got to stop saying those things (at least out loud)!

II – tendo ficado um pouco mortificado com a falta do que no dia fazer, conversei lá com uma dessas minhas almas que me fazem sentir amante amado amável e pouco casto, sobre a maior sorte de filmes, e entre eles o que me fascina (um deles), O Violino Vermelho. E claro, pois, por ser uma das muitas mostras de erudismo levemente empolado e impoluto no qual se vive a vida de um violino de 300 anos que para qualquer humano já motivo de torcer narizes e pensamentos “ó-meu-deus-alguém-realmente-assiste-isto-e-gosta?”. O que me leva, enfim, novamente, ao lugar dos intelectualóides que ultrapassarem essa barreira e realmente gostam dessas extravagâncias inconvencionais (existem extravagâncias convencionais? A fome talvez...);

III – Não contente em não ter encontrado em nenhuma locadora e em nenhuma loja on-line sequer essa obra cinemática, fui-me lá eu aos portentosos ventos de cabrocha filosófica. Pois que entediado, nada mais me aprazeria de tal sorte! Então vi-me em Immanuel (Emmanuel?) Kant, fui percorrendo sua biografia monótona perdida em rotina, tal como a minha, mas tanto mais metódica. E parece que ele mesmo era uma rotunda mostra do que a tranqüilidade da repetição pode fazer a uma mente; e, pois bem, lá tinha ele tudo em sua cidadezinha prussiana e de lá saiu bem pouquinho. Mas então parece que aprendi, mas não apreendi essas hipóteses imperativas, essas categorias a priori, nem tampouco essas críticas pouco práticas à razão da levedura.

IV – Logo após isso assisti a um filme que tratava de uma cantora de ópera, um cão de guarda tarado e seu treinador, gângsteres, mulheres chinesas descontentes com o casamento com o treinador, uma irmã pouco convencional, umas pontes de safena e um advogado. E tudo isso me pareceu coerente antes de escrever isso! Pasmem (mas, só se for espasmodicamente)!

V – Antes do filme tinha posto a lasanha pra esquentar e almoçar. Porque coloquei depois esse fato? Bom, pelo simples motivo de eu ter só sido lembrado por minha irmã que eu o tinha feito nesse momento, em meio ao filme. Ação a qual teve por resultado um pessoa que vos escreve ter se nutrido de lasanha carbonizada, e por deus!, não eram os quaternários.

VI – Ainda voltado a irmã, identifiquei ainda nela a anomalia ainda não catalogada, que eu gosto de chamar: Daughter Magnetron Disease.

VII – E claro ainda servi de ajudante mediato de um marinheiro, conheci a mãe dele, a filha de outro (marinheiro).

VIII – Comi um bocado de panettone.

IX – Senti dor nas costas novamente e vi tantas outras coisas.

Mas no final, ainda que tenha sido um dia de filosofia kantiana, cachorros, panettone, dores, contatos, lasanhas carbonizadas e um novo membro canino na família (do qual retirei os excrementos que tinha depositado na varanda), o meu dia não beirou em nada a loucura. E pior me fez pensar, pra que buscar loucura em outras vidas, em outros lugares, em outras substancias que não os neuropeptídicos naturais, em manicômios em outros lugares, se há tanta na rotina de uma pessoa perceptiva.

E parece que só me difiro em ser cientista louco das pessoas normais ao perceber o tamanho de tanta loucura rodeando a minha volta. E como disse o baixinho e eremita Kant: Experiência é poder interpretar o que observa (maisis o menis litteris)!

Afinal, que problema há na reticência?

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Saudade

E então?
De onde surgem esses anseios?
Disse-se, que mesmo aqui,
São conectivos os sentimentos,

E então se conectivos,
Parecem conectados?
E se conectados,
Será que há compatibilidades singulares?

E se compatíveis,
Será que duráveis?
E se singulares,
Será que longas e permanentes?

E se duráveis,
Será que quando deixarem
De ser permanentes,
E forem já intermitentes–
Pelas longas demoras do destino–,
Será que a saudade
Ainda mantêm os anseios?

Parece que nunca houve
Tempo nem distância;
E que é um fenômeno improrrogável
Essa falta que algo...
Que não se vê se faz,

Não como nostalgia
Nem como loucura possessiva,
Nem como diacrônica melancolia pérfida...
E essa falta é a falta de você!

E ainda que eu nunca
Tenha-te visto,
Parece que eu mesmo sinto
O toque suave da conectividade

Longa e distante;
E desconcentra-se do foco
Da vida atual: e se tem saudade,
E se tem saudade,

E se lembram os anseios,
E se lembras os momentos,
E se lembram os monumentos abismais,
Os segredos abissais,

As emanações lúbricas e gélidas
Que cortavam em arrepio a alma,
Agora serão anseios
Mantidos pela saudade.

Que é a conectividade compatível singular durável,
Permanente,
Ainda q intermitente, de uma longa e longa
Loucura de amar!

quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

Cameron, Vc ainda é meu sonho...

Mas q menina encantadora né?



The Hole - video powered by Metacafe

DES-Sentir






– Conturbado isso!...
– Demais!, ela diz.
E eu com toda essa personalidade border-line...
Parece difícil querer manter o bem-querer.

E querer bem quem se quer!
Ela quer o que nem sabe.
E ele sabe q ela não quer.
Impossível!

Plausível,
Mas inimaginável é a tessalônica frigidez mórbida
Dessa austeridade frívola,
E frívola mesmo mais que austera,

Me alterou-me a mim,
Tornou minha compleição retorcida e impura;
E imerso nessa dissecação pútrida,
Me vejo redargüir as loucuras tolas de talvez ter esquecido.

Parece que não se vê bem.
Que não é bem.
Que não se é bem.
Quem bem o que era deixou de ser,

Encontrou-me, enfim, a apatia,
E a ela, os melindres da indecisão;
Parece que não se pode mais voltar,
A vontade estacionou...

E factualmente virou pó,
Ela me manda cheirá-lo,
Mas como o pó de vontade?
Des-sentir, des-carar, volver?

Parece loucura!
Mas é eufórica a perda;
É eufórica a procura;
É eufórica a alucinação do entendimento.

Do retorno,
Do bem entender,
Parece que a ébriedade de sentir
Está em esquecer,

E que vontade mais suprema
A de nada querer.
Parece que só queremos
O tédio!

E que tédio tedioso,
Parece-me o senso inato
De avolução soberba,
E nesse não tem fim,

Mas q marasmo imbecil!
Que faria meu avô?
Comprava um estilingue?
Vamos caçar pássaros,

E que...
Ninguém mais voe,
Porque a queda
É feia demais...

domingo, 10 de dezembro de 2006

Feeling lonely.

I just needed to say the words...

It's not that I am really obsessed about things or loneliness, I just can't stand this things no more.

I am all alone, I remember people who were around me, when I was not. And that is hard to feel, 'cause even now I seek for myself knowig I am a lone person.

And soon I will recover my reality, my force ad strenght.

Now I just do Think that being lonely is not that bad. It is just that, not bad. I feel missing, I feel sorry, I feel things, that's all!

Maybe one day I'll rest my mind upon something really warm. But will I be calm? Will I rest? What is this unquiet feel?

I am overwhelmed, overwhelming, and lost; and then again, found.

Soon, I will remember, soon I will forget. But I just wanted to have someone, not me, to hold on to: everyone. But what if I get tired of it?

What...

That is foolish, and dumb, but it sure is me.

I thought I didn't need to be me to be... I just wanted to be.

Will someone let me be?

And if they let, will they let beside of me?

I love, I hate, I don't care. I am scared of myself sometimes. Profoundly scared.

Let me be. Let me be me. Let me be me, but be you with me. I love thee. Feeling out of my mind, in the middle of the night, but it is morning yet, and this soon I find myself moaning already.

Difficult! But soon it will pass, and dead I will return to my wounded land. Go ahead! Let go, let go of these things, but hold them inside, but follow your path. Even if it is alone.