Eu to desencantando dessa história de ser romântico sabe.
Eu sou infantil né.
Conheço todos os argumentos do Romatismo. Sou o maior deles: românticos.
Mas não me convencem mais: são todas falhas de argumentação, famosas Falácias ad baculum se não me engano...

Mas eu acho q to começando a querer diálogos sadios: sem intelectualismo, músicas, sentimentos sublimes, tristezas incandescentes.
Músicas, por exemplo, são aclimatantes de sentimentos putativos: loucura em última análise. Um exemplo cabal:
Infelizmente, meu Cuore não está mais tão, tão, tão aberto às super-paixões avassaladoras. Ou melhor, infelizmente é o cacete, que infelizmente é advérbio romântico ou de sofredor - que no romantismo parecem se intercalar e confundir como sinônimos fossem -, acho q muito coerentemente minha Superinteligência (SAPE - Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie) obstou a maioria das coisas relacionadas a isso, mas maneteve o suficiente pra ser um humano.
Os intelectualismos então(!), cômicas autoafirmações de seus proprios egos, e digo isso sendo um egocentrista incorrigível - pelo menos era antes del Iceberg -, e nada passa de coisas ditas ao vento.
E sentimentos sublimes: os estandartes das necessidades de Reprodução - de gente ou grana - e nada mais é sublime que o amor. Mas há um sentimento sublime: o amor a l'argent, recheado de grana e atitudes concretas pra se ter. O carnal amor, amor carnal é também meio doentio, bonito mas doentio. (E eu sei bem o que digo, como argumentum ad verecundiam please.)
As tristezas incandescentes são geralmente resultado da frustração dos romanticos(-sofredores), dentro de sentimentos sublimes, potencializados pelos intelectulismos da poesia de suas músicas. Formando, entrentanto, um sistema de comum-pertinência e de existência mista no limiar da predicativa e da absoluta(sub-obj-ativa).
Concluindo, algo que em auto-compleição e ser-no-mundo e ser-lá se confunde, completam fundem, formando então MIKE, o Romântico antitético sub-liminar.
Eu sou infantil né.
Conheço todos os argumentos do Romatismo. Sou o maior deles: românticos.
Mas não me convencem mais: são todas falhas de argumentação, famosas Falácias ad baculum se não me engano...

Mas eu acho q to começando a querer diálogos sadios: sem intelectualismo, músicas, sentimentos sublimes, tristezas incandescentes.
Músicas, por exemplo, são aclimatantes de sentimentos putativos: loucura em última análise. Um exemplo cabal:
"Não pedi que ele ficasse,E não acho que seja da mais pura altura poética, mas faz sentido. Entretanto, numa relação doentia, não-saudável ou, como se pode dizer, num paixão avassaladora.
ele sabe que na volta
Ainda vou estar aqui
e eu pagando pelos erros
Que eu nem sei se eu cometi"
Infelizmente, meu Cuore não está mais tão, tão, tão aberto às super-paixões avassaladoras. Ou melhor, infelizmente é o cacete, que infelizmente é advérbio romântico ou de sofredor - que no romantismo parecem se intercalar e confundir como sinônimos fossem -, acho q muito coerentemente minha Superinteligência (SAPE - Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie) obstou a maioria das coisas relacionadas a isso, mas maneteve o suficiente pra ser um humano.
Os intelectualismos então(!), cômicas autoafirmações de seus proprios egos, e digo isso sendo um egocentrista incorrigível - pelo menos era antes del Iceberg -, e nada passa de coisas ditas ao vento.
E sentimentos sublimes: os estandartes das necessidades de Reprodução - de gente ou grana - e nada mais é sublime que o amor. Mas há um sentimento sublime: o amor a l'argent, recheado de grana e atitudes concretas pra se ter. O carnal amor, amor carnal é também meio doentio, bonito mas doentio. (E eu sei bem o que digo, como argumentum ad verecundiam please.)
As tristezas incandescentes são geralmente resultado da frustração dos romanticos(-sofredores), dentro de sentimentos sublimes, potencializados pelos intelectulismos da poesia de suas músicas. Formando, entrentanto, um sistema de comum-pertinência e de existência mista no limiar da predicativa e da absoluta(sub-obj-ativa).
Concluindo, algo que em auto-compleição e ser-no-mundo e ser-lá se confunde, completam fundem, formando então MIKE, o Romântico antitético sub-liminar.
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