sexta-feira, 22 de abril de 2005

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Howdy!

Eu ultimamente, menos que antes, que andava como um crente com uma idéia debaixo do braço, próximo a minha axila já não tenho muito o que dizer pra mim ou pra alguém que queira me entender.

Isto é, findaram-se até aqui as minhas idéias suvacais. Agora vou ter que buscar uma novas que não andem comigo a tiracolo, mas que caiam no meu colo diferentemente da chuva de Xuxa com um Pelé resultante que não seria muito engraçado.

Eu posso rir e fazer alguém rir, mas ainda tô sem idéia de fato, só palavras ao vento com uma ironia básica, quer dizer ácida, bem sei lá, não é hora de químicas, nem hora de medir entalpia do meu desejo concupiscente pra escrever alguma coisa hehe,

Fui.

terça-feira, 12 de abril de 2005

Soneto de entrelace

Meu carinho é exemplar,
Meu querer é cálido...
Meu beijo: uma eternidade de intransigências.
Meu olho espelho da alma que eu vejo.

Minha amada é à exemplar;
Meu antitético colóquio é caído,
Meu possessório dizer: eterno
Minha pupila reflexa do espírito dela.

Nela vejo meu carinho amado.
Nela meu querer antitético caído e cálido.
Beijo-a, possuo-a...

Ela: minha eternidade.
Ela, minha intransigência coloquial.
Ela: espelho nos meus olhos da nossa alma.



sábado, 9 de abril de 2005