terça-feira, 17 de janeiro de 2006

A contrario sensu

Eu to desencantando dessa história de ser romântico sabe.

Eu sou infantil né.

Conheço todos os argumentos do Romatismo. Sou o maior deles: românticos.

Mas não me convencem mais: são todas falhas de argumentação, famosas Falácias ad baculum se não me engano...

Mas eu acho q to começando a querer diálogos sadios: sem intelectualismo, músicas, sentimentos sublimes, tristezas incandescentes.

Músicas, por exemplo, são aclimatantes de sentimentos putativos: loucura em última análise. Um exemplo cabal:

"Não pedi que ele ficasse,
ele sabe que na volta
Ainda vou estar aqui
e eu pagando pelos erros
Que eu nem sei se eu cometi"
E não acho que seja da mais pura altura poética, mas faz sentido. Entretanto, numa relação doentia, não-saudável ou, como se pode dizer, num paixão avassaladora.

Infelizmente, meu Cuore não está mais tão, tão, tão aberto às super-paixões avassaladoras. Ou melhor, infelizmente é o cacete, que infelizmente é advérbio romântico ou de sofredor - que no romantismo parecem se intercalar e confundir como sinônimos fossem -, acho q muito coerentemente minha Superinteligência (SAPE - Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie) obstou a maioria das coisas relacionadas a isso, mas maneteve o suficiente pra ser um humano.

Os intelectualismos então(!), cômicas autoafirmações de seus proprios egos, e digo isso sendo um egocentrista incorrigível - pelo menos era antes del Iceberg -, e nada passa de coisas ditas ao vento.

E sentimentos sublimes: os estandartes das necessidades de Reprodução - de gente ou grana - e nada mais é sublime que o amor. Mas há um sentimento sublime: o amor a l'argent, recheado de grana e atitudes concretas pra se ter. O carnal amor, amor carnal é também meio doentio, bonito mas doentio. (E eu sei bem o que digo, como argumentum ad verecundiam please.)

As tristezas incandescentes são geralmente resultado da frustração dos romanticos(-sofredores), dentro de sentimentos sublimes, potencializados pelos intelectulismos da poesia de suas músicas. Formando, entrentanto, um sistema de comum-pertinência e de existência mista no limiar da predicativa e da absoluta(sub-obj-ativa).

Concluindo, algo que em auto-compleição e ser-no-mundo e ser-lá se confunde, completam fundem, formando então MIKE, o Romântico antitético sub-liminar.

domingo, 15 de janeiro de 2006

Loucuras Diárias


Imaginemos em todo caso o dia.

Olha, ele começa cedo. Mas cedo começam também as sandices. E mesmo as dos que permanecem presos em suas residências. Por menos que se pense que a proteção do lar é algo insólito, de fato é.

Pois, quando menos se espera... surge a sua mãe jogada sobre a cama dela, com suas ressacas e vergonhas a solta. Proporcionando a cena medianamente grotesca, o que se diria de uma visão do Mundo de Hades. E logo, antes que tudo q tinha sonhado seja lembrado, se esvai nesse imagem. (Tudo ainda potencializado pela Ausência da ressaca moral, a mãe de todas as ressacas, que nem se fez sentir obliterando a vergonha interna.)

Logo após, surge a idéia de ter com seus anunciantes. E de fato tem. Mas os anunciantes pagam um terço do q pagavam ontem. E, por tanto, ordena o triplo de trabalho. pelo mesmo mísero (e digníssimo, orgulhosíssimo) soldo.

Então depois de longas horas de marasmo se tem a visão do real marasmo feliz e bilionário, da pureza de espírito real num filme. Quebrada pela conversa curta com a enamorada negligente q hoje parecia carinhosa e carente, num verdadeiro surpreendimento tudo aquilo parece abrupto demais e se corta a conversa por vontade de assistir a real bilionariedade da renúncia altruísta. (Até porque não se esperava muito da conversa.)

Tudo gera então um clima meio cinéreo de estima por si e pelo seu próprio intelecto, que leva a gerar outra vez a frivolidade da não-bilionariedade da impossibilidade de gastos, e ao sonhar com a possível retratamento do capitalismo consigo, seja por via lotérica ou de um lotérico caça-talentos (musicais, modelísticos - ou fashion -, poéticos, literários, docentes, expositores e os ocultos). Mas tudo q existe é US$ 1,99 no fim do dia. (Além de uma free-lancer sedenta.)


Depois uma conversa com a Mama sobre Finanças, e tu sabe q ela é ruim com elas. Mas continua sob suas asas, afinal ela não crê nas suas habilidades, talvez por ser idiota, talvez por tu não teres mostrado a proficiência financeira - e nem fazer questão disso - , tudo permanece.

A não ser o plano de ir viajar no fim de semana com feriado.

Feriado!!! UHUL!!! (mas amanhã tem expediente - tá bom, é meio -, mas é expediente, fala sério...)

quarta-feira, 11 de janeiro de 2006

Que foto é essa??? hehe

Hello!
Mesmo eu, por vezes, não compreendo os sentidos das caretas e poses que faço nas fotos.
Devem ser a maioria com cara emburrada pq nunca sai uma logo com uma imagem boa...
Portanto, o aspecto de sono e emburramento deve ser cansaço e ou semi-frustração por não conseguir o q quero loguinho heheheh.
Moral da História: Cara emburrada em foto é saco-cheísmo de modelo.