sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Copying Beethoven

Vi esse filem ontem!



Perfeito. Tocante, fez o chamado da musica falar alto em mim d novo! Dúvida cruel!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Doçura

E então, quando se pode dizer sobre um personagem nórdico? Acho que agora.

Tempo dançando,
Em minha frente,
Como numa fonte de gelo:
Um lago...

E a neve,
Ao que parece quente!
E nessa visão cinemática
Quem vem?

A doce imagem,
O doce flerte,
A leveza,
O sorriso,

A doçura,
Em meio a tanta neve
Que parece ser açúcar
(entorna do teu sorriso, certamente),

Nessa nórdica miragem,
Recaem-me todos
Os novos desejos lépidos,
E romance distante...

Parece que se vive
Numa tonteira doce e lenta,
Como que selada
Num beijo.

Eu desejo mais...
Que uma palavra,
Mais que um ritmo...
Talvez uma sinfonia...

Por mais que eu tenha a ilusão
Dos índices glicêmicos
Estratosfericamente perigosos,
Prefiro o risco da tua doçura.

Que é antes
Como um bálsamo
No meu pensamento
Ferido por loucura,

E é até como se eu não pudesse
Se não fosse por isso:
Por te manter doce,
E docemente me aquecendo.

E como se pode realizar
Uma pintura tão fantástica e quimérica?
É ainda assim menos assombroso
Que o medo aterrador de um dia perder essa doçura

Encerrada no teu sorriso doce
E não ter por onde mais
Sorver esse néctar quente
Que vem disso q se chama você.

E me findo em lisonjas,
Corrôo-me em olhares bobos.
E é doce.
È mais doce que antes...

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

The Red Violin.

This is a master-piece!

The first time I had the chance of watching it it was coincidently, accidentally, and truly not on purpose!

And it caught my eye. I like the way this piece of wood gets people, how it turns them into things they firstly wouldn't guess they were. And the way it was done. Pure Art, not the noir one, not the intelectualist one, just art, free from intimal meanings, those which let us have our own thought abou it, and yet full of this.

It looks Hysterical, and in deed it that, and not too.



Which I really Like.

sábado, 23 de dezembro de 2006

Loucura?




Hoje parece ter sido um daqueles dias bastante engraçados.

Em que eu me pergunto: por que achar ser loucura, ou procurar alguma em manicômios coisas que se vêem em sua própria rotina rotineiramente estabelecida?

Então você pode vir a criar uma nova dúvida… qual?

Eu tenho a resposta!

Vamos fazer, portanto, como fazem os grandes cientistas loucos, sim isso mesmo! Os cientistas loucos!

—O que fazem eles, ó mestre do sortilégio?
Eu novamente digo: eles se usam como cobaias para seus experimentos. Então seja eu mesmo uma delas (muhahaha* [sic])

Podemos assim, isto tudo já bem posto em palavras, começar e dizer.
Tenhamos então a experiência!





Hoje, em meu dia diário, o próprio, o mesmo, o que se pareceu muito com o de ontem em termos de contagem de horas, e com todos os anos anteriores contados pela lógica gregoriana, ocorreu o seguinte:

I – Eu acordei com uma dor as costas horrendas que me fizeram notar que estava vivo, e que já se perpetua há três dias, e pensei para mim mesmo: Ó céus! Que modo patético de se sentir vivo é sentir dor; logo após não contente reprovei-me por estar dizendo tamanha coisa estranha, ipsis litteris quodanmodo: And I’ve got to stop saying those things (at least out loud)!

II – tendo ficado um pouco mortificado com a falta do que no dia fazer, conversei lá com uma dessas minhas almas que me fazem sentir amante amado amável e pouco casto, sobre a maior sorte de filmes, e entre eles o que me fascina (um deles), O Violino Vermelho. E claro, pois, por ser uma das muitas mostras de erudismo levemente empolado e impoluto no qual se vive a vida de um violino de 300 anos que para qualquer humano já motivo de torcer narizes e pensamentos “ó-meu-deus-alguém-realmente-assiste-isto-e-gosta?”. O que me leva, enfim, novamente, ao lugar dos intelectualóides que ultrapassarem essa barreira e realmente gostam dessas extravagâncias inconvencionais (existem extravagâncias convencionais? A fome talvez...);

III – Não contente em não ter encontrado em nenhuma locadora e em nenhuma loja on-line sequer essa obra cinemática, fui-me lá eu aos portentosos ventos de cabrocha filosófica. Pois que entediado, nada mais me aprazeria de tal sorte! Então vi-me em Immanuel (Emmanuel?) Kant, fui percorrendo sua biografia monótona perdida em rotina, tal como a minha, mas tanto mais metódica. E parece que ele mesmo era uma rotunda mostra do que a tranqüilidade da repetição pode fazer a uma mente; e, pois bem, lá tinha ele tudo em sua cidadezinha prussiana e de lá saiu bem pouquinho. Mas então parece que aprendi, mas não apreendi essas hipóteses imperativas, essas categorias a priori, nem tampouco essas críticas pouco práticas à razão da levedura.

IV – Logo após isso assisti a um filme que tratava de uma cantora de ópera, um cão de guarda tarado e seu treinador, gângsteres, mulheres chinesas descontentes com o casamento com o treinador, uma irmã pouco convencional, umas pontes de safena e um advogado. E tudo isso me pareceu coerente antes de escrever isso! Pasmem (mas, só se for espasmodicamente)!

V – Antes do filme tinha posto a lasanha pra esquentar e almoçar. Porque coloquei depois esse fato? Bom, pelo simples motivo de eu ter só sido lembrado por minha irmã que eu o tinha feito nesse momento, em meio ao filme. Ação a qual teve por resultado um pessoa que vos escreve ter se nutrido de lasanha carbonizada, e por deus!, não eram os quaternários.

VI – Ainda voltado a irmã, identifiquei ainda nela a anomalia ainda não catalogada, que eu gosto de chamar: Daughter Magnetron Disease.

VII – E claro ainda servi de ajudante mediato de um marinheiro, conheci a mãe dele, a filha de outro (marinheiro).

VIII – Comi um bocado de panettone.

IX – Senti dor nas costas novamente e vi tantas outras coisas.

Mas no final, ainda que tenha sido um dia de filosofia kantiana, cachorros, panettone, dores, contatos, lasanhas carbonizadas e um novo membro canino na família (do qual retirei os excrementos que tinha depositado na varanda), o meu dia não beirou em nada a loucura. E pior me fez pensar, pra que buscar loucura em outras vidas, em outros lugares, em outras substancias que não os neuropeptídicos naturais, em manicômios em outros lugares, se há tanta na rotina de uma pessoa perceptiva.

E parece que só me difiro em ser cientista louco das pessoas normais ao perceber o tamanho de tanta loucura rodeando a minha volta. E como disse o baixinho e eremita Kant: Experiência é poder interpretar o que observa (maisis o menis litteris)!

Afinal, que problema há na reticência?

sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Saudade

E então?
De onde surgem esses anseios?
Disse-se, que mesmo aqui,
São conectivos os sentimentos,

E então se conectivos,
Parecem conectados?
E se conectados,
Será que há compatibilidades singulares?

E se compatíveis,
Será que duráveis?
E se singulares,
Será que longas e permanentes?

E se duráveis,
Será que quando deixarem
De ser permanentes,
E forem já intermitentes–
Pelas longas demoras do destino–,
Será que a saudade
Ainda mantêm os anseios?

Parece que nunca houve
Tempo nem distância;
E que é um fenômeno improrrogável
Essa falta que algo...
Que não se vê se faz,

Não como nostalgia
Nem como loucura possessiva,
Nem como diacrônica melancolia pérfida...
E essa falta é a falta de você!

E ainda que eu nunca
Tenha-te visto,
Parece que eu mesmo sinto
O toque suave da conectividade

Longa e distante;
E desconcentra-se do foco
Da vida atual: e se tem saudade,
E se tem saudade,

E se lembram os anseios,
E se lembras os momentos,
E se lembram os monumentos abismais,
Os segredos abissais,

As emanações lúbricas e gélidas
Que cortavam em arrepio a alma,
Agora serão anseios
Mantidos pela saudade.

Que é a conectividade compatível singular durável,
Permanente,
Ainda q intermitente, de uma longa e longa
Loucura de amar!

DES-Sentir






– Conturbado isso!...
– Demais!, ela diz.
E eu com toda essa personalidade border-line...
Parece difícil querer manter o bem-querer.

E querer bem quem se quer!
Ela quer o que nem sabe.
E ele sabe q ela não quer.
Impossível!

Plausível,
Mas inimaginável é a tessalônica frigidez mórbida
Dessa austeridade frívola,
E frívola mesmo mais que austera,

Me alterou-me a mim,
Tornou minha compleição retorcida e impura;
E imerso nessa dissecação pútrida,
Me vejo redargüir as loucuras tolas de talvez ter esquecido.

Parece que não se vê bem.
Que não é bem.
Que não se é bem.
Quem bem o que era deixou de ser,

Encontrou-me, enfim, a apatia,
E a ela, os melindres da indecisão;
Parece que não se pode mais voltar,
A vontade estacionou...

E factualmente virou pó,
Ela me manda cheirá-lo,
Mas como o pó de vontade?
Des-sentir, des-carar, volver?

Parece loucura!
Mas é eufórica a perda;
É eufórica a procura;
É eufórica a alucinação do entendimento.

Do retorno,
Do bem entender,
Parece que a ébriedade de sentir
Está em esquecer,

E que vontade mais suprema
A de nada querer.
Parece que só queremos
O tédio!

E que tédio tedioso,
Parece-me o senso inato
De avolução soberba,
E nesse não tem fim,

Mas q marasmo imbecil!
Que faria meu avô?
Comprava um estilingue?
Vamos caçar pássaros,

E que...
Ninguém mais voe,
Porque a queda
É feia demais...

domingo, 10 de dezembro de 2006

Feeling lonely.

I just needed to say the words...

It's not that I am really obsessed about things or loneliness, I just can't stand this things no more.

I am all alone, I remember people who were around me, when I was not. And that is hard to feel, 'cause even now I seek for myself knowig I am a lone person.

And soon I will recover my reality, my force ad strenght.

Now I just do Think that being lonely is not that bad. It is just that, not bad. I feel missing, I feel sorry, I feel things, that's all!

Maybe one day I'll rest my mind upon something really warm. But will I be calm? Will I rest? What is this unquiet feel?

I am overwhelmed, overwhelming, and lost; and then again, found.

Soon, I will remember, soon I will forget. But I just wanted to have someone, not me, to hold on to: everyone. But what if I get tired of it?

What...

That is foolish, and dumb, but it sure is me.

I thought I didn't need to be me to be... I just wanted to be.

Will someone let me be?

And if they let, will they let beside of me?

I love, I hate, I don't care. I am scared of myself sometimes. Profoundly scared.

Let me be. Let me be me. Let me be me, but be you with me. I love thee. Feeling out of my mind, in the middle of the night, but it is morning yet, and this soon I find myself moaning already.

Difficult! But soon it will pass, and dead I will return to my wounded land. Go ahead! Let go, let go of these things, but hold them inside, but follow your path. Even if it is alone.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

quinta-feira, 30 de novembro de 2006

PELE

Desejo puro, no qual não cabe impureza. E se coubesse não era desejo: o meu não!


Hum... e como vem esse corpo?
E se eu nem estiver lá por completo,
Como pudéramos logo lograr
Os recôncavos lépidos da satisfação?

E se eu estiver
Como se vão os corrosivos
Lamuriosos gemidos
E sons deliciosos da tua respiração?

Eu bem sei disso tudo,
E sei saber ainda mais
Dessa tua pele loura,
Do teu trêmulo fêmur
Tocando cá o meu ilíaco
Sem pena...

Revoltosos,
Intensos,
bramindo
Em revolução.

E beijo-te delicadamente,
E sem derramar uma gota d si,
Sinto fluir e sobejar em calmaria
O que antes fulgurava tórrido
Agora tanto mais e muito lânguido,

Vim provar
Todos os seus mitos:
Seus mitológicos manejos
Dessa arte livre d amar...

Então se chega você...
Em cada espaço q você tem por me sentir
Vejo os doces gestos leves,
De quando t sinto sentir-me.
E me agrado disso:
E quero mais e mais!

E quando mais ainda sinto
É como se a loucura lúcida
Em excesso se aprofundasse
Vindo-me um terremoto de calmas,

E caminhos que já não sabia se eram possíveis,
E jamais explorados, mas tanto ameaçadores,
E vem essa adrenalina
De t sorver até o ultimo respingo,

E sem querer vou-me perdendo,
E quando mais inconsciente
Mais t vejo
E mais vejo q não és só tu,
Mas nós dois
E cada um em si,
Em um, em nós,

Não se exacerba mais nada,
Pois as fronteiras tontas já estão desqualificadas,
Rompamos todas,
E riamos,
E gozemos essa glória do extremo,
Do carinho excelso,
Da menor porção mais lancinante da nossa pele,

E então pele,
E pele,
E sangue,
E línguas e tu...

Hum... E se fizermos tudo de novo?

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

BRISA

E por tanto mais que quisera eu... quisera eu tocar-te...
E janeiros? Sempre demoram... mas chegam. E se chegam, nem digo:

Essa dualidade,
Esse mar,
Caindo o mar e o céu,
Vem a necessidade de t ver ir,

Porque já amanheceu,
E a escuridão lunar vem
E se perde
Esse íntimo momento,

Mas o sol vem,
E te levo à varanda
Pra o ver nascer...
Você se debruça,

A brisa te move os cabelos
E suavemente você leva a brisa
E traz seu sorriso d novo pra mim,
Então me vem a calmaria

E eu te olho d novo,
E a brisa me toca a face
E eu me conforto
Na tua pele doce,

Porque é doce mesmo,
Tem gosto d pele doce,
Tem gosto doce de pele,
E nenhuma pele pode ser doce como a tua...

E tenho ciúmes da brisa,
Porque a brisa vem leve,
E mal se sente,
Que pode tomar mais tua pele

Então sinto lá
Que não se tem como lutar com a brisa
E me deixo envolver nela mesmo,
Pra junto com ela te envolver muito mais,

E venço então o q mais queria...
Tocar-te em cada mínima porção que me fosse possível,
Então você já não mais se debruça,
E o sol raia o mar e reflete esse teu olhar.

E nele vejo
Que não queria olhar mais outra coisa
Que não o teu olhar,
Mas então vem teu beijo!

E teu beijo então tira do podium o olhar...
E vem teu abraço e teu beijo,
E não há mais quem vença
Porque estou vencido,

E mortificado e torpe,
E enleado...
E iluminado...
E a brisa se vai;

E você se foi...
Mas volta hoje, volta hoje ainda...
Vou esperar também
A brisa para te encontrar

VENTO

E como se parecesse mesmo inestático, o movimento doce... E nela também!


Caindo pelos montes umbralmente,
Como se entojando fossem as matas
E como que nada mais se devesse conter,
Calmamente vem vento.

E vindo vento
Não se achega tanto,
Soprando a face,
Envolvendo a pele coberta de pele;

Como se sem sentido,
O tato do vento...
O toque dele na mais sutil pele,
Pêlos e pomos!

Recaindo nas montanhas,
Movendo as nuvens cálidas,
Como se parecesse o baluarte da inconstância
A doce inconstância inexplicável

E irrenunciável de se viver em progressão
Leve, em leveza...
Como nada mais fosse soprado,
Vem por si o vendo,

E vendo o vento,
Ele nem se pode dar preço,
Pois nem haveria alma capitalista
Que me dissesse o vendo,

Eu não quero mesmo
Nunca ver quem venda o vento.
Não o vento ventilado, o refrigerado,
Mas esse que bate na minha varanda!
Que não bate em mais nenhuma!


E me faz sentir:
Vivo estou em vento,
E vindo ele, vai-se o que não ficou,
Volta o que ainda não chega.

E me basta a pele,
O vento e o sol,
Que não sabem pra que são,
Nem cá mesmo serão presos,

Porque o vento não se prende em palavra...
Nem em poesia...
Mas o vento aprisionou minha poesia
E a fez voar com ele,

Aos ventos pra onde eu não mais a vejo,
Mas espero q seja também
Vento aí em ti que lê...
Vento, vento... foi-se

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

Escrevendo Projeto Monogr�fico. Posted by Picasa

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Memorable Quote from "V for Vendetta"

Good evening, London.

Allow me first to apologize for this interruption.

I do, like many of you, appreciate the comforts of every day routine- the security of the familiar, the tranquility of repetition.

I enjoy them as much as any bloke. But in the spirit of commemoration, thereby those important events of the past usually associated with someone's death or the end of some awful bloody struggle, a celebration of a nice holiday, I thought we could mark this November the 5th, a day that is sadly no longer remembered, by taking some time out of our daily lives to sit down and have a little chat.

There are of course those who do not want us to speak. I suspect even now, orders are being shouted into telephones, and men with guns will soon be on their way.

Why? Because while the truncheon may be used in lieu of conversation, words will always retain their power. Words offer the means to meaning, and for those who will listen, the enunciation of truth. And the truth is, there is something terribly wrong with this country, isn't there?

Cruelty and injustice, intolerance and oppression. And where once you had the freedom to object, to think and speak as you saw fit, you now have censors and systems of surveillance coercing your conformity and soliciting your submission.

How did this happen? Who's to blame? Well certainly there are those more responsible than others, and they will be held accountable, but again truth be told, if you're looking for the guilty, you need only look into a mirror.

I know why you did it. I know you were afraid. Who wouldn't be? War, terror, disease. There were a myriad of problems which conspired to corrupt your reason and rob you of your common sense. Fear got the best of you, and in your panic you turned to the now high chancellor, Adam Sutler.

He promised you order, he promised you peace, and all he demanded in return was your silent, obedient consent. Last night I sought to end that silence.

Last night I destroyed the Old Bailey, to remind this country of what it has forgotten. More than four hundred years ago a great citizen wished to embed the fifth of November forever in our memory. His hope was to remind the world that fairness, justice, and freedom are more than words, they are perspectives.

So if you've seen nothing, if the crimes of this government remain unknown to you then I would suggest you allow the fifth of November to pass unmarked. But if you see what I see, if you feel as I feel, and if you would seek as I seek, then I ask you to stand beside me one year from tonight, outside the gates of Parliament, and together we shall give them a fifth of November that shall never, ever be forgot.

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

O Canad� quer deixar o Protocolo de Kioto Posted by Picasa

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

Perfil?

Esse é o perfil que me deu um teste feito na Istoé Online (hahahaha):

"POWER-SEEKER:

Esse grupo tem como representante maior o magnata Donald Trump. É o perfil de quem vive para o trabalho e só encontra satisfação quando obtém sucesso profissional. Sua maior meta de vida é chegar a um cargo de comando dentro da empresa. Não economiza com roupas e cosméticos, mas justifica a vaidade pela necessidade de ter uma boa aparência. Anda (ou gostaria muito de poder andar) com motoristas e seguranças."

Bom, eu até que gostei...

quinta-feira, 19 de outubro de 2006

Liberdade de Imprensa?

Em notícia do Portal Terra, dá-se conta do ocorrido no dia 13 desse mês, a rádio CBN, por força de uma decisão do TSE (formado por ministros aprovados e/ou indicados pelo Congresso e por Lulla), foi forçada a retirar o seguinte trecho da sua página na Net: um comentário feito por Arnaldo Jabor.

A seguir o link da notícia: http://noticias.terra.com.br/eleicoes2006/interna/0,,OI1189873-EI6652,00.html

"Amigos ouvintes, o debate de domingo serviu para vermos os dois lados do Brasil. De um lado, um choque de capitalismo. De outro, um choque de socialismo deformado num populismo estadista, num getulismo tardio. De um lado, São Paulo e a complexa experiência de Estado industrializado, rico e privatista. De outro, a voz dos grotões, onde o estado ainda é o provedor dos vassalos famintos. De um lado, a teimosa demanda do Alckmin pelo concreto da administração pública, e do outro, o Lula, apelando para pretextos utópicos, preferindo rolar na retórica de símbolo (...)".

Eu fiz o meu juízo de valor, espero que vocês façam os seus.

Não quero ser tendencioso, mas ainda que eu o seja, acho isso uma prática totalitarista, cerceadora, não quero voltar a ditadura, a qual eu não vivi, mas temo por amar acima de tudo a Liberdade.

quinta-feira, 14 de setembro de 2006

Seize the Day

Pra quem ficou em duvida de que significavam aquelas palavrinhas de Avenged Sevenfold, é a música que peguei emprestada (com as devidas reservas de Direitos Autorais).

Seize the day or die regretting the time you lost
It's empty and cold without you here, too many people to ache over

I see my vision burn, I feel my memories fade with time
But I'm too young to worry
These streets we travel on will undergo our same lost past

I found you here, now please just stay for a while
I can move on with you around
I hand you my mortal life, but will it be forever?
I'd do anything for a smile, holding you 'til our time is done
We both know the day will come, but I don't want to leave you

I see my vision burn, I feel my memories fade with time
But I'm too young to worry (a melody, a memory, or just one picture)

Seize the day or die regretting the time you lost
It's empty and cold without you here, too many people to ache over

Newborn life replacing all of us, changing this fable we live in
No longer needed here so where do we go?
Will you take a journey tonight, follow me past the walls of death?
But girl, what if there is no eternal life?

I see my vision burn, I feel my memories fade with time
But I'm too young to worry (a melody, a memory, or just one picture)

Seize the day or die regretting the time you lost
It's empty and cold without you here, too many people to ache over

Trials in life, questions of us existing here, don't wanna die alone without you here
Please tell me what we have is real

So, what if I never hold you, yeah, or kiss your lips again?
Woooaaah, so I never want to leave you and the memories of us to see
I beg don't leave me

Seize the day or die regretting the time you lost
It's empty and cold without you here, too many people to ache over

Trials in life, questions of us existing here, don't wanna die alone without you here
Please tell me what we have is real

Silence you lost me, no chance for one more day [x2 then continues in the background]
I stand here alone
Falling away from you, no chance to get back home
I stand here alone
Falling away from you, no chance to get back home

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Aventando Aventais...

Estando eu levemente transtornado pelas razões que eu mesmo sei, ligadas a Guiga, a El Iceberg, e a Louca, e etc, tantas que em se devem mencionar.

Tendo muito ouvido de Avenged Sevenfold, e ainda a 1812 Ouverture, de Tchaikovski.

SO WHAT IF I NEVER HOLD U.

Mas vendo o fim do túnel, ao Planalto. Ao Planalto e avante, ela merece. Muito.

SILENCE! U lost me, no chance for one more day...

P.S.: Yet U know u've talked to the everlasting promisse of a phone call, but u don't really do ya?

And what was that. From the deeps of hell




Eu cozinhando, mas sem óculos (eles foram só pra dar um "Q" Robert ao cozinheeiro) ANYWAY KISS THE COOK

Esse é Brasil. Isto é Brasil, camará! Personne le mérite!

Em um congresso internacional de medicina,
O médico alemão diz:
Na Alemanha, fazemos transplantes de dedo.
Em 4 semanas o paciente está procurando emprego.
----------
O médico espanhol afirma:
A medicina espanhola é tão avançada que conseguimos fazer um transplante de cérebro.
Em 6 semanas o paciente está procurando emprego.
----------
O médico russo diz:
Fazemos um transplante de peito.
Em 1 semana o camarada pode procurar emprego.
----------
O médico grego disse:
Temos um trabalho de recuperação de bêbados.
Em 15 dias o indiví­duo pode procurar emprego.
----------
O médico brasileiro diz orgulhoso:
Isso não é nada! No Brasil, nós pegamos um cara sem dedo, sem cérebro, sem peito e chegado a uma pinga, colocamos na Presidência da República e agora o país inteiro está procurando emprego!!!

quinta-feira, 7 de setembro de 2006

OLD LOVE

One more song, it ain't mine. Guess it's Eric Clapton's. Well, kinda serves me well:


I can feel your body
When I'm lying in bed
There's too much confusion
Going around through my head

And it makes me so angry
To know that the flame still burns
Why can't I get over?
When will I ever learn?

Old love, leave me alone
Old love, go on home

I can see your face
But I know that it's not real
It's just an illusion
Caused by how I used to feel

And it makes me so angry
To know that the flame will always burn
I'll never get over
I know now that I'll never learn


segunda-feira, 4 de setembro de 2006

domingo, 3 de setembro de 2006

One More Time

This Song was not made by me... Whenever I put someone else's words here I give the due words to the real ower of those rights.

Anyway... Whatever... The words speak for themselves... Laura Pausini sings, don't know the writer.

Nothing I must do

Nowhere I should be,
No one in my life
To answer to but me
No more candle light,
No more purple skies
No one to be near
As my heart slowly dies

If I could hold you one more time
Like in the days when you were mine
I'd look at you til I was blind
So you would stay

I'd say a prayer each time you smile
Cradle the moments like a child
I'd stop the world if only I
Could hold you one more time

I've memorized your face
I know your touch by heart
Still lost in your embrace
I dream of where you are
Dream of where you are...

If I could hold you one more time
Like in the days when you were mine
I'd look at you til I was blind
So you would stay

I'd say a prayer each time you smile
Cradle the moments like a child
I'd stop the world if only I
Could hold you one more time

sábado, 2 de setembro de 2006

SIM, são meus poemas

Se ainda resta dúvida, espero que saibam que são meus mesmo os poemas.

Nada mais.

Sol.

Os ventos gélidos de tempos nublados
Nem sempre passam.
Por tanto que passem
São como se ainda estivessem lá...

Ainda mesmo se por um dia,
Menos se coube o dia num dia só.
Em eternidade se prende o sol
Detrás d nuvens!

E nuvem tanta há...
Que não há nada mais
Que se veja senão nuvem.
E os ventos não movem nuvens...

Mas gelam o sol da pele.
O sol ainda há,
E há o que aquecer,
Mas aquece então!

Que nem se vê
E em vendo os ventos
É feito neve a nuvem,

O sol fenece por detrás de ti,
E quando o eclipse que havia
Desfaz-se, se perde a tua visão.

E volta o sol...
Queira, então, o sol brilhar;
A nuvem cai por terra.

Por mais que ame a nuvem
Não sou britânico,
Brilha tanto sol, pois!

sábado, 12 de agosto de 2006

sábado, 29 de julho de 2006

sábado, 17 de junho de 2006

eu tinha q tirar essa foto... Posted by Picasa

terça-feira, 13 de junho de 2006

terça-feira, 6 de junho de 2006

Eu super-foda

Hello!

Não. Eu nao sou narcisista.

Eu sou MUITO isso.

Adoro ser eu, as vezes nã omuito, mas as vezes sinto o ego insuflado por alguma razão que me traz um acrescimo de estima pela minha própria pessoa, e não por egoismo ou egocentrismo.

talvez um pouco disso tudo, mas fundamentalmente pelo que sou e pelos arranjamentos histórico-biograficos, ideologicos e axiologicos que tenho aki dentro...

Sou isso, parte d mim humilde a outra parte cheia d si...

Amo as pessoas, e amo a mim tb.

Amo quem me ama, e quem eu queria q me amasse mais...

A diferença é q tudo isso parte d mim, e quem controla isso invarialvelmente sou eu e vc, ou o sujeito que governa o sentimento.

sexta-feira, 2 de junho de 2006

Eu e Viola

Hello!

fazia tempo que eu não extraia uma imagem foto sensorial com meu violão...

E não pq vontade não faltasse ou tudo estivesse tão jacente ou mretumbantemente moribundo em dentro.

O que ocorreu foi a hibernação farmacológica da minha alma musical e tb da outra auto-afirmadora.

talvez pela falta de vontade de reter tudo o q vinha sendo projetado sobre outras pessoas eu tenha me esqueido ou me negligenciado de mim mesmo.

O que esses dias tem sido bem menos tido. E d fato, quase q por completo suprimido, talvez mesmo por um retorno ao status quo, talvez eu seja uma conditio sine qua non no meu mundo. E querer trocar eu memso po um sentimento, ou por outar pessoa é loucura e aborrecimento demais.

Agoa sim parece que a coerencia tem voltado aki dentor pra meus pensamentos e manifestações volitivas, pq parece que mesmo coisas q antes q impeliam e compeliam hj sao menos ou mais relevantes conforme o que me deixa mais ou menos radiante ou o contrario.

Ach q é isso.

Violão e eu: Eu e minha música. Eu e minha alma.

quarta-feira, 31 de maio de 2006

Fiz a barba...(de novo)

Depois deu m palpite bem oportuno de meu partner Rapha, tirei akela barba reflexo d uns dias d preguiã e conturbada vontade voadora que tive...

Talvez eu fosse mais feliz com as mudanas d visual q eu continuo adiando sempre...

Então acho q mudar pela barba foi um bom começo...

Logo, logo vem o resto q vai mudar tb...

Vamo secar filhinho huahuahs


terça-feira, 30 de maio de 2006

Superfície

Olha o sorriso supercial quen nao mostra o q ta dentro...

Nesse momento eu imagino que eu nao queria mesmo estar com ese sorriso na cara, mas como se diz pode haver coisas externas que ajudam a mudar o que está dentro, etão tudo de melancolico que ficou encerrado lá detro pelo sorriso é como se fosse catalisado e melhorado.

Claro que é uma medida paliativa, e q pode pareer meio hipócrita, mas sorrir sempre ajuda, ajuda os musculos da face a ter efeito incidetal sobre os musculos da alma...

Claro que não é um osrriso de conto de fadas, ou d um filme, mas é isso...

E eu sei dos meus eros, sei d tudo q eu posso mudar, de tudo que eu mesmo sem saber estou querendo passar.

As vezes parece que me cansei d gostar, qnd eu nem sei todos os modos d gostar, talvez um modo mais distante e uno possa ser um pouco mais aprazaiel, eu bem sei q devo defender minha personalida.

Mas teoicamente fica facil, agora é prática, precisa-se da prática pra entender isso.

Então entendamos e sorriamos...

Fica mais confuso a cada dia como diz John Legend hauhua.

Mas é assim, caimos e levantamos, coo se estivessemos sempre fugindo.

Mas eu quero q isso fique aki dentor pq eu sou normal, e ainda assim nessa méia de amar é isso q se tem, uam vida comum, aum amor comum e intenso e louco e anormal, isso é o meu normal.

talvez nao seja lagamente aceito, mas é o que é huahua...

FUI

segunda-feira, 29 de maio de 2006

Perplexo

Hello!

Talvez algm possa atuar po tanto tempo...

Talvez algm possa ter se apaixonado tão rápido...

Talvez nunca se entenda o que se passa num coração distante...

Talvez eu não devesse ter ligado...

Talvez eu não devesse ter me iludido...

Talvez eu não deveria estar aki...

talvez eu possa um dia ver-me ao lado dela...

Talvez um dia ela possa mesmo realizar o sonho que declarou na varanda do meu coração, no meu lar, na minha casa, de se casar comigo...

Talvez eu seja um idiota, isso com toda certeza talvez...

talvez metade d mim tenha tido medo...

Talvez a outra metade não...

Talvez essa outra metade destemida tenha convencido a primeira...

Talvez a primeira medrosa tivesse razão...

Talvez eu ame mesmo quem eu nem conheça...

Talvez a perda seja rara, mas o amor unico...

Talvez o único querer que eu tinha se perdeu...

Talvez a única perda foi minha...

Talvez eu não queira que ngm se sentisse assim...

Talvez EU mesmo ão quisesse me sentir assim...

Talvez eu tenha sido bobo...

Talvez eu tenha sido óbvio...

Talvez eu tenha sido eu mesmo de novo, e perdido mais um amor no qual eu cri com toda minha alma frágil...

Talvez eu esteja enlouquecendo...

Talvez minha loucura seja a maior lucidez...

Talvez ela apareça, e eu seja feliz d novo, como qnd dormi ao lado dakele sono doce, que eu não deixava dormir, mas por querer um carinho do que uma luxúria...

Talvez eu tenha perdido o que eu nem ganhei...

Talvez Shakespeare fosse uma dúvida traidora...

Talvez ela que nos fez sempre perde o bem, que nós geralmente poderiamos ter ganho...

Talvez eu queira que isso de dor no peito, aperto no peito, embrulho no estomago e no peito, passem.

Talvez eu devesse insistir mais um pouco...

Talvez eu devesse ser sincero como fui, talvez eu devesse abrir meu coração transparentemento como fiz, talvez eu devesse estar ao lado dela, chamando d Bb, e ela a mim d Lindo.

Talvez eu devesse ser menos dramático e entender...

Talvez eu quisesse viver uma coisa linda que me confundiu da cabeça aos pés...

Talvez eu devesse te rvisto os quadros...

Talvez eu devesse ter fugido qnd vi q minha guarda tinha baixado...

Talvez eu não devesse te chorado por meu pai na frente dela...

Talvez eu não devesse ter tomado um milk-shake no canudo q ela segurava...

Talvez eu não devesse ter dormido ao lado dela, velando seu sono lindo...

Talvez eu não devesse ter sido tão amargamente doce, nem aberto...

talvez eu devesse ter jogado com minhas melhores cartas, não com meus melhores sentimentos e vulnerabilidades...

Talvez eu entenda...

Talvez eu a veja d novo...

talvez eu ame quem eu tentei amar, mas não diga nunca essa palavra por medo d espantar esse amor de verdade...

Talvez eu já tennha dito q amo, e talvez eu tenha pedido tudo d vez...

Talvez...talvez...certamente eu estou perdido...

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Ordinary People by John Legend

Esse é um dos poucos textos que não escrevi eu mesmo.

Mas como que se eu pudesse ter escrito, ou as coisas se passam dentro d mim o fizessem, eu me identifico demais com essas palavras da forma que estão postas, e tudo que se sente nelas.

Por isso estão aki, resguardados os Dtos. Autorais.


[Verse 1]

Girl im in love with you
This ain't the honeymoon
Past the infatuation phase
Right in the thick of love
At times we get sick of love
It seems like we argue everyday

[Bridge]

I know i misbehaved
And you made your mistakes
And we both still got room left to grow
And though love sometimes hurts
I still put you first
And we'll make this thing work
But I think we should take it slow

[Chorus]

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cuz we're ordinary people
Maybe we should take it slow (Take it slow oh oh ohh)
This time we'll take it slow (Take it slow oh oh ohh)
This time we'll take it slow

[Verse 2]

This ain't a movie no
No fairy tale conclusion ya'll
It gets more confusing everyday
Sometimes it's heaven sent
Then we head back to hell again
We kiss then we make up on the way

[Bridge]

I hang up you call
We rise and we fall
And we feel like just walking away
As our love advances
We take second chances
Though it's not a fantasy
I Still want you to stay

[Chorus]

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cuz we're ordinary people
Maybe we should take it slow (Take it slow oh oh ohh)
This time we'll take it slow (Take it slow oh oh ohh)
This time we'll take it slow

[Verse 3]

Take it slow
Maybe we'll live and learn
Maybe we'll crash and burn
Maybe you'll stay, maybe you'll leave,
maybe you'll return
Maybe another fight
Maybe we won't survive
But maybe we'll grow
We never know baby youuuu and I

[Chorus]

We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cuz we're ordinary people
Maybe we should take it slow (Heyyy)
We're just ordinary people
We don't know which way to go
Cuz we're ordinary people
Maybe we should take it slow (Take it slow oh oh ohh)
This time we'll take it slow (Take it slow oh oh ohh)
This time we'll take it slow


terça-feira, 23 de maio de 2006

Chuva

Putz, hj eu tomei mais chuva q qq pessoa a não ser na Amazônia

Logo, no dia em que fui totalmente enternado, quero dize de terno, ao centro cai uma chuva desavisada e guarda0chuvas, não se leva, menos ainda compra-se pelos preços mega pomocionais de época tsunami repentino...

Asim fikei molhado, mas bem.

Tomara que o paletó tenha diminuido pelo menos um pouco, pois ta meio largichow rsrs

Baum, é isso rsrs

Fui,

segunda-feira, 22 de maio de 2006

Greve...

Pois é...

O cara vai tomar soro no Quinta D'Or e ainda se iz em greve de fome...

Diminuiu o debate político e vieram as atitudes idiotas.