domingo, 12 de dezembro de 2004

Poema Instantâneo Sobre a Palavra "SAUDADE"

A um só ser, um único poema, um único e nunca mais repetido.

Consternado pelos autos de loucura,
Me decreto cá em meus anseios:
Os perdidos e os relaxados prazeres,
Sem qualquer foco ou sensação
Já misturados a reminiscência inócua
De algo que me perdeu
Ou que por mim e a mim foi escrutinado
Pela distancia
Ou por atos inconsequentes
Ou por mera necessidade voraz.

Não tanto pela distância
Ou pelos metros,
Nem o tempo
Que me separam dos desejos
Que assaz já me devoram o senso,
E me enegrecem o juízo.

Me vejo sem
companhia,

Nem favor,
Nem beijo,
Nem um fogo de paixão,
De loucura lassa.

Onde esta meu
querer?,

E onde mais
nostalgia?

Onde mais vontade?
Onde mais volições?
Onde mais luxurias?
Onde mais saudade?
Onde mais saudade?
Onde ?



Nenhum comentário: