A um só ser, um único poema, um único e nunca mais repetido.
Consternado pelos autos de loucura,
Me decreto cá em meus anseios:
Os perdidos e os relaxados prazeres,
Sem qualquer foco ou sensação
Já misturados a reminiscência inócua
De algo que me perdeu
Ou que por mim e a mim foi escrutinado
Pela distancia
Ou por atos inconsequentes
Ou por mera necessidade voraz.
Não tanto pela distância
Ou pelos metros,
Nem o tempo
Que me separam dos desejos
Que assaz já me devoram o senso,
E me enegrecem o juízo.
Me vejo sem
companhia,
Nem favor,
Nem beijo,
Nem um fogo de paixão,
De loucura lassa.
Onde esta meu
querer?,
E onde mais
nostalgia?
Onde mais vontade?
Onde mais volições?
Onde mais luxurias?
Onde mais saudade?
Onde mais saudade?
Onde ?
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